Prática CriminosaUma história realVisão espiritual do abortoRepercussões energéticas causadas pelo abortoCarmaImpossível não se comoverDiário de uma criança que não nasceuAlerta abortoLivro: Aborto a luz do espiritismo
O
aborto é prática criminosa, negativa, anti-ética e anticosmoética em quase todos
os níveis, instâncias e circunstâncias morais, sociais e espirituais. Sob
o ponto de vista consciencial é muito complexo analisar, mas somente no caso
de um estupro, o aborto, veja bem, será atenuado como causa kármica.
O prejuízo pessoal-consciencial de quem pratica o aborto é muito maior do que perder o casamento, ficar "defamada", brigar com os pais ou até mesmo ser expulsa do lar. Mais vale a pena assumir o bebê sozinha e em condições aparentemente desfavoráveis do que ser triplamente infeliz mais tarde.
Quando digo ser infeliz, estou sendo mais amplo do que você leitor imagina. O aborto trás grande consciência de culpa aos pais (ao homem também ao contrário do que se pensa!) e trás desequilíbrios físicos (de saúde), psicológicos, espirituais-bioenergéticos-kármicos. Até a saúde do homem também pode ser mais ou menos prejudicada conforme o caso. O aborto em casos mais graves pode causar até impotência sexual masculina.
O prejuízo kármico é tão grande que boa parte das vezes vem na mesma vida retificar o erro dos pais. O pai de filho abortado tem a ter doenças e acidentes no joelho esquerdo. O aborto é pior que assassinato a mão armada. É isto mesmo! Um bandido que assalta e mata adquire menos karma que os pais que praticam o aborto. Reencarnação é um caso sério. É como desafiar Deus. Abortar é matar um ser na condição mais indefesa e covarde que se possa imaginar no templo da existência.
O ser que se candidata a reencarnar num certo casal indica que há um compromisso kármico, sério, anterior assumido em que não se deve fugir. Quando se foge do karma ele aumenta e fica mais forte. Quem acha que pode praticar um ato abominável deste e sair impune está muito enganado. O karma negativo é adquirido tanto pelo pai como pela mãe em condições iguais. Com certeza absoluta o pai que não dá apoio emocional, psicológico e financeiro dentro de suas possibilidades adquire o mesmo karma ou até maior que se imagina, pois em tempo de gravidez a mulher fica hipersensível.
Talvez você ache que Deus é um burro que não percebe nada, talvez você se ache esperto demais, mas não há saída: assumir o bebê pode ser um fardo pesadíssimo, mas abortá-lo é um fardo 100 vezes maior.
Quem aborta não acredita em Deus, nem em si, nem no bem, nem nos amparadores, anjos da vida e nem em nada. Talvez a Lei Magna Justa do Karma vá lhe transformar no feto abortado na próxima vida, digo, na próxima tentativa de reencarnar. Isto não é ameaça ou vingança, é a Lei de Causa e Efeito gerada por nós mesmos. "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória"
Certa
mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste,
começou a lamuriar-se:
-
Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda
não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto
espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro. -
Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça? A
mulher apavorou-se:
Por
Wagner Borges
***
Em
troca do prazer, muita gente comete loucuras e destrói o próprio equilíbrio.
O culto exarcebado do hedonismo remete seus adoradores aos vales da loucura,
presos a viciações de difícil solução. Os homens devem se precaver contra os
tentáculos da ilusão do desejo desenfreado. ***
É
mais fácil freqüentar uma "fábrica de anjos"* e submeter-se aos cortes
de um asqueroso profissional do aborto (açougueiro) do que assumir a responsabilidade
pelos próprios atos. ***
***
***
***
***
***
***
***
***
***
A
pequena mão que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, cujo nascimento
deverá ter ocorrido no passado dia 28 de Dezembro (no dia da foto ele tinha
quase 5 meses de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloqüente.
A vida do bebê está literalmente presa por um fio. Os especialistas sabiam que
não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo
lá dentro, corrigindo a anomalia fatal e voltar a fechar o útero para que o
bebê continuasse o seu crescimento normalmente. Por tudo isso, a imagem foi
considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos
e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias registradas no mundo.
Agora, o Samuel tornou-se o paciente mais jovem que já foi submetido a este
tipo de intervenção e é bem possível que, fora do útero da mãe, Samuel Alexander
Arms aperte novamente a mão do Dr. Bruner. A
apresentadora de televisão Justine McCarthy disse que ser impossível não se
comover com a imagem poderosa desta mão pequenina que segura o dedo de um cirurgião
e nos faz pensar em como uma mão pode salvar vidas. Obs: A legalização do aborto
foi proibida na Irlanda, em um plebicito popular realizado no começo de março
2002. A página onde se pode ler a notícia, em inglês: DIÁRIO
DE UMA CRIANÇA QUE NÃO NASCEU LIVRO
ABORTO A LUZ DO ESPIRITISMO AUTOR:
Eliseu Florentino da Mota Jr. Divulgue
essa página para outras famílias e amigos.
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Indaga o médico:
A mulher, já esperançosa, respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.
O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:
- Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso
para a senhora.
A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
- Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço
de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer...
Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar
o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.
- Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não
existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já
vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é
exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo.
Texto extraído do Expresso Vida nº 28 (03 de Setembro de 2000), adaptado por
Mely.

O aborto é como um espelho partido. Quando as pessoas notam as conseqüências
espirituais do ato leviano, já há vários feridos, cortados pela natureza do
desespero e pela imaturidade dos envolvidos no processo. Daí, só há um remédio:
o carma surge e passa a "pomada do destino" nos cortes de todos, e
sussurra ao tempo para que una os cacos do espelho partido na alma imatura.
O futuro vem por aí e atrairá os responsáveis pelo aborto para o devido reajuste
consciencial.
Que as pessoas "pobres de espírito" se acautelem, pois há "cacos
cármicos" espalhados em seus caminhos.
A clínica de abortos é um verdadeiro antro de trevas na face da Terra. É como
um alçapão de dores, tragando o equilíbrio vital das criaturas. O profissional
aborteiro e seus assistentes são autênticos médiuns das trevas, vertendo no
mundo os raios de insanidade e destruição.
Que os interessados em um aborto pensem no seguinte: há magotes de espíritos
umbralinos ligados energeticamente aos profissionais do aborto. Eles aderem
às auras de mulheres infelizes e de pessoas coniventes com o ato, e usam-nas
como portais energéticos para disseminar diversos ataques extrafísicos aos alvos
humanos adredemente escolhidos.
Quem faz um aborto, além de se predispor a ajustes cármicos futuros com o aborteiro
e com seus asseclas, ainda se submete à ação deletéria de espíritos obsessores
(às vezes, por longo tempo) em sua vida.
- Ramatís e Os Iniciados - Recebido espiritualmente por Wagner Borges
REPERCUSSÕES ENERGÉTICAS CAUSADAS PELO ABORTO
Muitos homens covardes são coniventes com o aborto de suas mulheres e, às vezes,
até incentivam-nas ao ato hediondo, mediante pressões variadas.
Muitas vezes, o aborto pode acarretar terríveis assédios espirituais aos responsáveis
pela sua execução.
O aborto provoca sérios bloqueios energéticos nos chacras sacro (sexual) e básico
da mulher (e, por vezes, até em seu companheiro), podendo acarretar no futuro
vários problemas como: falta de vitalidade sexual, predisposição para sérias
doenças na área genito-urinária e diversos problemas de natureza psicológica
ou espiritual.
Às vezes, o bloqueio energético desce para a aura das pernas e acarreta distúrbios
vibratórios nos chacras dos joelhos. Isso explica porque várias mulheres (e
até seus companheiros) apresentam problemas em algum dos joelhos após o aborto.
Há uma coisa que não entendo: como algumas pessoas que estudam os assuntos espirituais
e têm noção das leis de causa e efeito, cometem um aborto, mesmo sabendo das
conseqüências?
Qualquer sensitivo bem desenvolvido pode observar, pela clarividência, as várias
manchas escuras aderidas na aura da mulher que fez um aborto, bem como na aura
do homem (ou parentes) que induziram-na ao ato tormentoso. Às vezes, por conta
disso, observa-se também, "pencas de espíritos densos" agarrados no
campo energético da pessoa.
Para as pessoas envolvidas em um aborto e que honestamente tomaram consciência
da besteira que fizeram, há um excelente método para corrigir o problema:
TENHAM UM FILHO! AMEM A CRIANÇA (DO JEITO QUE ELA VIER) E TOQUEM A BOLA PARA
A FRENTE!
Não adianta ter autoculpa pelos erros cometidos, pois o passado já se foi. É
melhor crescer consciencialmente agora, vivendo o momento presente de maneira
sadia e buscando agir corretamente da "próxima vez".
Algumas pessoas, mesmo tomando consciência das tolices cometidas, ainda continuam
orgulhosas e teimosas. Outras procuram jogar a culpa no bode expiatório mais
conveniente, dizendo algo como: "A culpa é sua, pois se houvesse mais compreensão
de sua parte, nada disso teria acontecido!"
Entretanto, quem optou (e pagou) para transformar o útero em um cemitério foi
a própria pessoa.
Não sou puritano, moralista ou ortodoxo espiritualmente. Meu objetivo ao escrever
este texto não é ferir ou condenar ninguém, mas esclarecer! Reconheço que o
assunto é duro e espinhoso, mas tem que ser abordado de maneira direta e clara.
Além do mais, os amparadores extrafísicos que me ajudam têm me orientado a falar
mais sobre este assunto.
Tenho duas filhas (Helena e Maria Luz) e só quem tem filho conhece o fluxo de
amor que se abre no coração por esses pequeninos que o Criador nos emprestou
por um tempo de vida.**
Para os interessados em pesquisar as repercussões espirituais do aborto, sugiro
a leitura do ótimo livro de Luiz Sérgio, "Deixe-me viver" (Editora
Rema) e os vários livros do espírito André Luiz (psicografados por Francisco
Cândido Xavier; FEB)
- Wagner Borges -
* Fábrica de anjos: gíria popular carioca para designar a clínica que faz abortos.
"Vossos filhos não são vossos filhos. Eles são os filhos e filhas da ânsia
da própria vida. Eles vêm através de vós, mas não de vós. E, embora estejam
convosco, eles não vos pertencem. Vós sois o arco, através do qual vossos filhos
vos foram enviados, como setas vivas."
- Kalil Gibran (1883-1931), maravilhoso escritor libanês, autor do célebre livro
"O Profeta".
Ainda há pouco, após escrever uma carta para uma pessoa, explicando-lhe as conseqüências
cármicas do aborto, percebi espiritualmente no ambiente a presença de Ramatís
e de alguns espíritos pertencentes à equipe extrafísica da Cia. do Amor. "Pegando
um gancho" no tema da carta, eles me ditaram o seguinte:
"Quem tem créditos espirituais na praça, que se exponha.
Quem tem débitos espirituais, que se recolha!"
"Quem quiser um "quinhão de luz", que comece a construir algo
bom.
Porém, quem quiser um "quinhão de dor", é só destruir o que for importante."
"As provas retificadoras estão aí para serem cumpridas à risca. Quem se
acovarda, agrava o débito cármico. Isso é LEI CÓSMICA; é causa e efeito vital
na vida de cada um. Que os fracos de espírito se acautelem, pois ninguém burla
a justiça espiritual."
"Muitos espíritos reencarnam na Terra com a missão de fazer coisas boas
e importantes. Porém, durante a romagem terrena, engolfam-se em energias viscosas
e intenções deprimentes, enredando o próprio destino em malhas da perturbação
espiritual. Perdem-se nos meandros do orgulho e projetam as farpas cármicas
nas próprias estradas evolutivas que trilharão nos dias vindouros."
"Quem quiser crescer espiritualmente não tem alternativa: é fundamental
evitar todo tipo de mal e aumentar consideravelmente a virtude!"
"De vez em quando, uma "sacudidela cármica" se faz necessária.
É dolorida, mas é saudável. Faz pensar e nos leva à novos rumos..."
"O varejão cármico está sempre aberto e com várias ofertas aos viajantes
do destino. Quem quiser pagar mais caro, cometa muitas besteiras. Quem quiser
saldar as velhas dívidas, faça coisas boas na vida. Mas, acima de tudo, quem
quiser ampliar os créditos espirituais, seja LUZ NAS ATITUDES O TEMPO TODO!"
"A verdadeira vitória pertence a quem não bate!"
"O carma avisa: o cabeça dura de hoje será o cabeça mole de amanhã!"
"O trem da vida está passando... Com o tempo virá o trem da morte e é impossível
perdê-lo, pois ele arrasta todos os passageiros na direção da estação de prestação
de contas da Natureza."
Está impresso em um dístico cármico do Além o seguinte enunciado: "O detonador
de hoje será o sofredor de amanhã. Contudo, o benfeitor que se esforça hoje,
já é a luz maravilhosa de agora, amanhã e sempre..."
- Ramatís e Cia. do Amor (A Turma dos Poetas em Flor)
Recebido espiritualmente por Wagner Borges - Textos extraídos do livro "Viagem
Espiritual III" - Editora Universalista.

Um fotógrafo (Michael Clancy) fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema
de espinha bífida, realizada no interior do útero materno, num feto de apenas
21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica. Nunca imaginou que a sua
máquina fotográfica registraria talvez o mais eloqüente grito a favor da vida
conhecido até hoje. Enquanto o fotógrafo Michael Clancy cobria, na Universidade de Vanderbilt,
em Nashville, Tennessee, Estados Unidos, o que considerou uma das boas notícias
no desenvolvimento deste tipo de cirurgia, captou o momento em que o bebê
(Samuel Alexander Armas) tirou
a sua mão pequenina do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos
do médico Dr. Paul A. Harris, que o estava a operar. A foto, espetacular, que pôde ser vista no
anexo, foi publicada por vários jornais dos Estados Unidos e a sua repercussão
cruzou o mundo até chegar na Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras
contra a legalização do aborto.
HTTP://WWW.LAVA.NET/~HIGAK/CHAIN/OTHER/BABYSAMUEL.HTM
Em português, o artigo da Dra. Daniella Gomes Nobre
Fonte:http://www.clubedobebe.com.br/HomePage/fatoseimagens.htm
Dia 5 de outubro - Ah! Hoje teve início a minha vida. Papai e mamãe não sabem.
Eu sou menorzinha do que a cabeça de um alfinete. Mas já sei: vou ter os olhos
do papai e os cabelos castanhos ondulados da mamãe. Isto também é certo; eu
sou menina.
19 de outubro - Hoje, começa a abertura da minha boquinha. Dentro de um ano,
que bom! Vou poder sorrir, quando os meus pais se inclinarem sobre o meu berçinho!
Minha primeira palavra? Mamã...
23 de outubro - Meus braços e mihas perninhas começam a crescer. E vão continuar
crescendo, até ficarem perfeitos!
12 de novembro - Ué! Agora, nas minhas mãozinhas, as unhas estão despontando
... Que beleza!
29 de novembro - Hoje, pela primeira vez, mamãe percebeu, pelo bater do seu
coração, que me traz no seu seio. Ah! Meu Deus, quem sabe da sua grande alegria!
3 de dezembro - Todos os meus órgãos estão completamente formados. Ih! Eu já
estou grandinha...
11 de dezembro - Logo mais, já poderei ver luz, flores e cor. Deve ser tão bonito!...
Sobretudo, o que me enche de alegria, no meu pensamento, é poder ver minha mamãe.
12 de dezembro - Crescem-me os cabelos e as sobrancelhas. Como ficará contente
minha mãezinha com a sua filha querida!
24 de dezembro - Ih! Meu coração está pronto. Graças a Deus! Meu coração não
tem nenhum defeito. Vou ser uma menina cheia de vida e de saúde. Todos vão ficar
alegres com o meu nascimento.
28 de dezembro - Ah! Meu Deus! Hoje, minha mãe me matou!
Desconheço o autor
Conseqüência natural do instinto de conservação da vida é a procriação, traduzindo
a sabedoria divina, no que tange à perpetuação das espécies.
Mesmo nos animais inferiores a maternidade se expressa como um dos mais vigorosos
mecanismos da vida, trabalhando para a manutenção da prole.
Ressalvadas raras exceções, o animal dócil, quando reproduz, modifica-se, liberando
a ferocidade que jaz latente, quando as suas crias se encontram ameaçadas.
O egoísmo humano, porém, condescendendo com os preconceitos infelizes, sempre
que em desagrado, ergue a clava maldita e arroga-se o direito de destruir a
vida.
Por mais se busquem argumentos, em vãs tentativas para justificar-se o aborto,
todos eles não escondem os estados mórbidos da personalidade humana, a revolta,
a vingança, o campo aberto para as licenças morais, sem qualquer compromisso
ou responsabilidade.
O absurdo e a loucura chegam, neste momento, a clamorosas decisões de interromper
a vida do feto, somente porque os pais preferem que o filho seja portador de
outra e não da sexualidade que exames sofisticados conseguem identificar em
breve período de gestação, entre os povos supercivilizados do planeta...
Não há qualquer dúvida, quanto aos "direitos da mulher sobre o seu corpo",
mas, não quanto à vida que vige na intimidade da sua estrutura orgânica.
Afinal, o corpo a ninguém pertence, ou melhor nada pertence a quem quer que
seja, senão à Vida.
Os movimentos em favor da liberação do aborto, sob a alegação de que o mesmo
é feito clandestinamente, resultam em legalizar-se um crime para que outro equivalente
não tenha curso.
Diz-se que, na clandestinidade, o óbito das gestantes que tombam, por imprudência,
em mãos incapazes e criminosas, é muito grande, e quando tal não ocorre, as
conseqüências da técnica são dolorosas, gerando seqüelas, ou dando origem a
processos de enfermidades de longo curso.
A providência seria, portanto, a do esclarecimento, da orientação e não do infanticídio
covarde, interrompendo a vida em começo de alguém que não foi consultado quanto
à gravidade do tentame e ao seu destino.
Ocorre, porém, na maioria dos casos de aborto, que a expulsão do corpo em formação,
de forma nenhuma interrompe as ligações Espírito-a-Espírito, entre a futura
mãe e o porvindouro filho.
Sem entender a ocorrência, ou percebendo-a, em desespero, o ser espiritual agarra-se
às matrizes orgânicas e, à força da persistência psíquica, sob frustração do
insucesso termina por lesar a aparelhagem genital da mulher, dando gênese a
doenças de etiologia mui complicada, favorecendo os múltiplos processos cancerígenos.
Outrossim, em estado de desespero, por sentir-se impedido de completar o ciclo
da vida, o Espírito estabelece processos de obsessão que se complicam, culminando
por alienar-se a mulher de consciência culpada, formando quadros depressivos
e outros, em que a loucura e o suicídio tornam-se portas de libertação mentirosa.
Ninguém tem o direito de interromper uma vida humana em formação.
Diante da terapia para salvar a vida da mãe, é aceitável a interrupção do processo
da vida fetal, em se considerando a possibilidade de nova gestação ou o dever
para com a vida já estabelecida, face à dúvida ante a vida em formação...
Quando qualquer crime seja tornado um comportamento legal, jamais se enquadrará
nos processos morais das Leis Soberanas que sustentam o Universo em nome de
Deus.
Diante do aborto em delineamento, procura pensar em termos de amor e o amor
te dirá qual a melhor atitude a tomar em relação ao filhinho em formação, conforme
os teus genitores fizeram contigo, permitindo-te renascer.
Livro: Alerta - pelo espírito Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira
Franco

EDITORA: O Clarim
Prefácio:
Notas sobre o aborto e a sociedade permissiva
A acreditar nas estatísticas da Organização Mundial da Saúde, ocorrem no Brasil
mais de dois milhões de abortos provocados, o que equivaleria praticamente ao
número de nascimentos.
Curiosamente, esta comprovação não suscita nenhum movimento expressivo em favor
da vida, mas pelo contrário exaspera certos ânimos no sentido de que se despenalize
essa prática clandestina. Ao mesmo tempo em que se luta contra a mortalidade
infantil, pede-se a legalização do aborto. A que se deve semelhante disparidade
?
Se, há alguns anos, mal se podia obter uma anuência relutante dos partidários
do aborto mostrando-lhes que o feto devia ser protegido ao menos como expectativa
de vida, hoje, graças aos avanços da embriologia, não há quem discuta que o
feto é desde o momento exato da fecundação um ser humano. Por que então a incoerência?
Indo diretamente ao fundo das coisas, pode-se dizer que a bandeira pró-abortista
não passa de um corolário-limite do movimento de emancipação da mulher. A reivindicação
da plena igualdade do homem e da mulher havia de acabar levando a que esta quisesse
usar do sexo sem olhar a conseqüências. Daí a defesa dos anticoncepcionais e,
como garantia última, a tese da legalização do aborto.
Não adiantava esclarecer que o feto não pode ser considerado parte do corpo
da mãe, suscetível de ser eliminado como se elimina uma verruga no rosto. Não
adiantava mostrar que esse ser humano é, desde as primeiras horas, absolutamente
independente da mãe, que é ele quem comanda o seu próprio desenvolvimento, e
mais: que é ele quem dá as ordens à mãe. Também não adiantava fazer ver que
o concebido, como diz o Prof. Jerôme Lejeune, se aloja no seio materno como
o cosmonauta na sua cápsula espacial: sem esta morreria, mas nem por isso cabe
na cabeça de ninguém dizer que é a nave espacial que cria o cosmonauta.
Assistiu-se então ao desfilar de opiniões ao desbarato, oriundas de figuras
femininas notáveis nos mass-media, que se erigiam em mestras de direitos humanos
para proclamarem que o direito humano era delas, não do filho gerado (Folha
de S. Paulo, 07.06.84). Como é que uma artista de cinema podia deixar crescer
o tumor, se com isso iria prejudicar as filmagens? (Isto é, 21.09.83, pág. 39).
E por aí afora.
Mas como em ninguém fica bem o egoísmo cruel, vinha a pincelada da reivindicação
social: quem mais sofre com a penalização do aborto são as mães de condição
modesta que, não podendo recorrer aos serviços médicos do Estado, caem nas mãos
da clandestinidade e correm forte risco de vida, como se demonstra pelos 400.000
casos anuais de atendimento médico no país em conseqüência de abortos mal feitos.
As mulheres ricas vinham assim em ajuda das mulheres pobres, e reclamavam para
estas o mesmo que uma delas dizia ter tido para os seus dezesseis abortos, com
todos os meios à sua disposição (Isto é, 21.09.83).
É de mencionar a cobertura que deram a esta reivindicação certos órgãos de imprensa,
não só porque numa imprensa livre é de bom tom tudo referir e debater e, aliás,
não é com bons sentimentos que se faz bom noticiário, mas também porque por
trás estava o lobby do comércio do sexo, empenhado na liberação sexual e nas
suas práticas descartáveis.
Mas está também o interesse do Estado. Quando se vê que o esboço do texto constitucional
ora em estudo (* esse artigo foi escrito em 1987) não se atreveu a inserir um
preceito claro protegendo a vida a partir da concepção, fica-se a pensar o que
realmente pretenderão as forças que atuam na configuração futura de uma sociedade
que se quer mais humana. Não sabem elas que o primeiro dos direitos humanos,
a fonte de todos os demais, é o direito à vida? Sabem, sim, mas não é nada mau
deixar as mãos livres ao legislador ordinário para que, consoante as circunstâncias,
possa socorrer-se do aborto como meio de controle da natalidade. Mais um, o
meio extremo, mas estatisticamente de peso extraordinário.
Duas coisas entre tantas, brutalmente elementares, ressaltam no jogo mais consciente
ou menos consciente da luta pró-aborto: o nivelamento dos valores humanos por
baixo e a miopia na condução da coisa pública.
Quando as feministas reclamam plena igualdade sexual com o homem e, como se
lê em artigo publicado na Folha de S. Paulo (cad. Mulher, 26.06.84, pág. 11),
"colocam a questão do aborto como essencial ao movimento de emancipação
da mulher das suas amarras patriarcais e da exploração tradicional do seu papel
de reprodutoras", o que fazem é dar por boa uma visão da sexualidade que
degrada quem a aceita, seja homem, seja mulher.
Sabe-se que o sexo, se quiser ser um valor humano, tem que ser manifestação
do amor interpessoal, coisa de que os animais não são capazes, e há de estar
aberto à vida, com toda a carga de responsabilidades que suscita, tanto para
a mulher como para o homem. Não se pode evitar a impressão clara de que, ao
pretenderem equiparar-se ao homem no uso insolidário do sexo, as mulheres querem
para elas a mesma dignidade do homem-animal. Com isso, não somente contrariam
as leis da natureza, de que deriva o equilíbrio racional dos indivíduos e da
sociedade, mas ambicionam a sua própria destruição, antes de mais nada pelo
trauma do aborto, e depois pelo aniquilamento da feminilidade, magnificamente
associada ao mistério da maternidade. Não há dúvida de que é um nivelamento
por baixo.
Mas desce-se ainda mais e eleva-se a categoria de raciocínio válido a idéia
de que, se o aborto é uma prática generalizada, deve ser legalizado. Já se tem
feito ver, sem necessidade de chegar a precisões filosóficas ou sociológicas,
que, nesse caso, se deveria proceder do mesmo modo com tantas outras mazelas
da nossa conjuntura histórica. Se vêm aumentando os crimes, os roubos à mão
armada, a corrupção dos "colarinhos brancos", por que não proteger
esses direitos humanos e dar-lhes o amparo da lei? Outra vez o nivelamento por
baixo.
Miopia
Mas o outro aspecto não é menos assustador: a visão míope dos responsáveis na
condução da coisa pública. O Estado deixou de ser, em amplas parcelas, o elemento
ordenador da sociedade, aquele que a chama à razão em nome do bem de todos,
incumbido de canalizar e potenciar as verdadeiras forças e aspirações do corpo
social, para ser apenas o cúmplice e o instrumento todo-poderoso desse nivelamento
por baixo.
Numa sociedade de consumo, a pessoa se vê tão dominada pelo individualismo mais
selvagem que não se importa de lançar-se nos braços do estatismo mais asfixiante
para garantir uma liberdade sem responsabilidade. Paradoxalmente, é o liberalismo
mais cego que reclama a manipulação do Estado no que há de mais íntimo ao homem:
o direito a ser respeitado, sem pressões nem injunções, nos seus modos de ser
pessoa. É evidente que, invadida a autonomia da família pelo Estado, quase nada
mais escapará à sua ação. Não se demorará a pedir que o Estado suprima seres
humanos em atenção a critérios eugenésicos, que se chegue à eutanásia para eliminar
seres não produtivos. Há Estados que hoje trilham os mesmos caminhos nazistas,
com a agravante de que o fazem em nome e em defesa da liberdade individual.
A miopia salta aos olhos. Um Estado inclinado a favorecer a prática das técnicas
anticoncepcionais e a calar perante o aborto ou a abrir-lhe uma pequena fresta
legal, tenta melhorar a renda por cabeça diminuindo o número de cabeças pelas
quais dividir o produto nacional bruto. É uma solução de curto alcance, de quem
empurra os problemas com a barriga, pois não há dúvida de que, em prazo não
superior a duas gerações, estarão criadas todas as condições para uma população
decrescente e envelhecida. Não faltam experiências históricas e dos nossos dias
que o atestam.
O imediatismo leva a procurar panacéias. A visão de Estado leva a implantar
soluções. E sabe-se que a alavanca da solução sempre esteve num crescimento
racional da população. Onde há uma boca que come há dois braços que trabalham,
e onde há uma população jovem em demanda de trabalho há um estímulo para os
investimentos e há um frêmito de criatividade.
Essa miopia torna-se aflitiva em toda a questão mais abrangente da expansão
sadia da família, célula de uma sociedade em que os valores humanos não se hão
de impor de cima para baixo, mas devem surgir da autenticidade das consciências.
E não se trata de uma utopia.
O ser humano nasce de uns pais, tem direito a uma família unida, baseada no
respeito à vida e no esmero com os filhos realmente desejados. Sem as estridências
do consumismo, sem as angústias da escassez. Cabe aos governantes propiciar
às famílias esse ar respirável, orientando o desenvolvimento econômico do país
para níveis mínimos de desafogo. Mas cabe-lhe antes mudar o clima antifamília
e antinatalidade que domina as mentalidades na geração do egoísmo.
De pouco serve os responsáveis obcecarem-se com o problema econômico se paralelamente
sustentam o direito à dissolução do vínculo conjugal quantas vezes se quiser
e por que motivo for, se equiparam sem a menor ressalva o matrimônio legítimo
ao concubinato, se fazem alarde de uma campanha que tem por base a rejeição
social do filho, não só mediante uma informação indiscriminada sobre os métodos
do controle da natalidade, como pela inexistência de facilidades para as famílias
numerosas ou das que ao menos estejam acima do crescimento zero. Não há dúvida
de que se trata de uma situação de miopia, que a seu tempo terá de pagar o seu
preço. Com a diferença de que não se resgata uma situação de descaso pela família
e de repulsa ao filho com a facilidade com que se implanta.
Na última parte do livro Aborto e Sociedade Permissiva (Editora Quadrante, 1987),
o prof. Walter Moraes apresenta um pequeno elenco de medidas, detendo-se sobretudo
na adoção, capazes de oferecer opções válidas para a pura eliminação do feto.
São medidas que, com variantes, são reclamadas dos órgãos legislativos e governamentais
em todos os países.
A par dessas medidas específicas, impõe-se porém todo um clima de favorecimento
dos valores da vida, próximos e remotos: condignos salários-família, alojamento,
transportes, serviços médicos, acesso à educação, e uma vigilância responsável
pelo nível humano do caudal de informações e entretenimentos, sem receio de
se cair no controle ideológico, mas resgatando esses meios de comunicação do
patológico e do nivelamento por baixo.
O caso do aborto é, hoje em dia, um caso-limite. Mas é bom que vivamos uma época
em que o nível de dignidade humana claramente retrocedeu em alguns pontos vitais,
sob o argumento de defendê-la. Precisamente por isso, porque não se pode descer
mais baixo, talvez seja a oportunidade de recomeçar a subir. Tudo está a exigir
dos responsáveis que elevem as suas miras para espaços verdadeiramente humanos,
até os ares puros da visão racional e audaz da condição humana no seu devir
histórico.
Fonte: Extraído da nota editorial do livro Aborto e Sociedade Permissiva, de
Pedro-Juan Viladrich, 1a Edição, Editora Quadrante, São Paulo, 1987
A questão do aborto e da sua legislação situa-se hoje no centro de um debate
apaixonado, que além das discussões médicas e legais envolve as bases da moral
e da sociedade.
Conheça estes outros links para APRESENTAÇÃO NO POWER POINT, narração em MP3
e outros:
Narração Aborto não realizado - MP3 - 2,4 Mb
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Slide sobre Aborto
www.portaldafamilia.org
www.angelfire.com/in/ABORTO
www.angelfire.com/planet/consciencial
Saulo do IVA
comenta o aborto 11 Mb
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A REAL STORY
One mother, carrying a baby in her arms, entered a doctor’s office and, in front of him, she started wailing:
- Doctor, you need to help me with a very serious problem. This baby of mine is not yet a year old and I am pregnant again! I do not want any more children in such a short length of time, but I do within a long length of time between one and another.
The doctor asked her:
- That is good... and what shall I do?
The woman, now hopeful, replied:
- I wish to interrupt this pregnancy and I want to count on your help.
The doctor thought for a few minutes and said to the woman:
- I think that I have a better option to solve the problem and it is less
dangerous for you.
The woman smiled, certain that the doctor had accepted her request, when she
heard him say:
-
See, my lady... for you not to be with two babies in such a short length of
time, let us kill that one in your arms. This way, the other will be able to be
born… If the point is to kill, there is no difference to me between one and the
other. Needless to say that to kill the one in your arms is easier and you will
not run any other risks.
The woman was scared:
- No, doctor!
How horrible! To kill a child is a crime! That is infanticide!
The doctor smiled and,
after some considerations, he made the mother believe there is not the slightest
difference between killing a baby that is to be born (but is already alive in
the mother’s womb) and to kill one that is already grown. The crime is exactly
the same and the sin, before God, exactly the same.
Text extracted from “Expresso Vida” number 28 (September 3, 2000), Adapted by
Mely.
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Crimeful practice
Abortion is a crimeful practice, also negative, anti-ethic and cosmoethic in almost all levels, instances and moral, social, and spiritual circumstances. Under the conscientious point of view it is very complex to analyze it, but only in the case of a rape, the abortion, pay attention, will be lessened as a karmic cause.
The personal and conscientious harm for the one who practices abortion is much greater than to lose marriage, become ill-famed, to break up with parents or even be expelled from home. It is worthier to assume the baby alone and in apparently unfavorable conditions than to be thrice unhappy later.
When I say to be unhappy, I am being much more superficial. Abortion brings great guilt consciousness to the parents (also to the man, the opposite to what is thought) and it brings physical (health), psychologic, spiritual, bioenergetic and karmic imbalances. Even the man’s health may be more or less harmed, according to the situation. The abortion, in more serious cases, may even cause male sexual impotence.
The karmic harm is so bad that a great part of times it comes in the same life to rectify the error of the parents. The father of the aborted child may have diseases and accidents in the left knee. Abortion is worse than shooting someone dead. That is true! A bandit who steals and kills someone acquires less karma than the parents who practice abortion. Reincarnation is a serious case. It is like defying God. To abort is to kill a being in the most defenseless and coward condition that one can imagine in the temple of existence.
The being that is candidate to reincarnate in a certain couple indicates that there is karmic commitment, which is serious and assumed previously and from which one should not run. When one runs away from karma, it increases and stays stronger. Whoever thinks he can practice such an abominable action and leave unpunished you are really mistaken. Negative karma is acquired either by the father or by the mother in equal conditions. For sure the father that does not give emotional, psychological and financial support within his possibilities acquires the same karma or even a bigger one that can be imagined, because in pregnancy time, the woman becomes hypersensitive.
Maybe you think God is so fool that will not see anything. Maybe you think you are too smart, but there is no way out: assume the baby may be a very heavy weight, but to abort it is a hundred times heavier.
She who aborts does not believe in God, not in herself, nor in well, nor in the supporters, life angels and nor in anything. Maybe the Fair Magna Law of Karma will transform you into the aborted fetus next life, I mean, in your next try to reincarnate. this is not a threat or revenge, it is the Law of Cause and Effect generated by us ourselves. “The seeding is free, the harvest is compulsory”.
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Impossible not to sensibilize
A photojournalist covered a surgery to correct a problem of spina bifida, performed in the interior of the mother’s uterus, in a fetus that was only 21-week-old pregnancy, in an authentic medical feat. He never imagined that his camera would register maybe the most eloquent cry in favor of life known so far. While Michael Clancy covered, in the University of Nashville, Tennessee, USA, what he considered good news on the development of this type of surgery, he captured the moment that the baby took his small hand from the interior of the mother’s uterus, trying to hold one of the doctor’s fingers that was operating on it. The photo, incredible, that can be seen attached, was published by many newspapers in the United States and its repercussion crossed the world until it reached Ireland, where it became one of the strongest themes against the legalization of abortion.
The small hand that sensibilized the world belongs to Samuel Alexander, whose birth may have happened in the last December 28th (on the day of the photo he was almost 5 months of pregnancy). When we think about this well, the photo is even more eloquent. The life of the baby is literally tied up by a thread. The specialists know that they could not keep him alive out of the mother’s uterus and that they should treat him inside it, correcting the fatal anomaly and again close the uterus so that the baby would continue his normal growth. For all this, the image was considered as one of most important medical photographies in the last ages and a memory of one of the most extraordinary surgeries recorded worldwide. Now, Samuel has become the youngest patient who has already been subjected to this type of intervention and it is really possible that, out of his mother’s uterus, Samuel Alexander Armas will hold Dr. Bruner’s hand again.
The TV presenter Justine McCarthy said it was impossible not to sensibilize with the powerful image of this small hand that holds a surgeon’s finger and makes us think about how a hand can save lives.
Note: The legalization of abortion was forbidden in Ireland, in a popular plesbicit realized in the beginning of March, 2002.
Source: http://www.lava.net/~higak/chain/other/babysamuel.htm
***
Today my life began. My parents do not know it yet, but it is I already. And I am to be a girl. I shall have blond hair and blue eyes. Just about everything is settled though, even the fact that I shall love flowers.
Some say that I am not a real person yet, that only my mother exists. But I am a real person, just as a small crumb of bread is yet truly bread. My mother is. And I am.
My mouth is just beginning to open now. Just think, in a year or so I shall be laughing and later talking. I know what my first word will be: MAMA.
My heart began to beat today all by itself. From now on it shall gently beat for the rest of my life without ever stopping to rest! And after many years it will tire. It will stop, and then I shall die.
I am growing a bit every day. My arms and legs are beginning to take shape. But I have to wait a long time yet before those little legs will raise me to my mother's arms, before those little arms will be able to gather flowers and embrace my father.
Tiny fingers are beginning to form on my hands. Funny how small they are! I'll be able to stroke my mother's hair with them.
It wasn't until today that the doctor told mom that I am living here under her heart. Oh, how happy she must be! Are you happy, mom?
My mom and dad are probably thinking about a name for me. But they don't even know that I am a little girl. I want to be called Kathy. I am getting so big already.
My hair is growing. It is smooth and bright and shiny. I wonder what kind of hair mom has?
I am just about able to see. It is dark around me. When mom brings me into the World it will be full of sunshine and flowers. But what I want more than anything is to see my mom. How do you look, mom!
I wonder if mom hears the whispering of my heart? Some children come into the World a little sick. But my heart is strong and healthy. It beats so evenly: tup-tup, tup-tup. You'll have a healthy little daughter, mom!
Today my mother killed me.
(Anonymous
1978)
Adapted from the original© WTBTS
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