Para quem não aceita é uma hipótese.
Para quem aceita é uma teoria.
Para quem vivencia, é um fato!
Para um fundamentalista é o diabo!
“A cada um segundo a suas obras”
“Quem com ferro fere, com ferro será ferido”.
Segundo o famoso cientista Newton: “Para cada ação, existe uma reação igual e contrária”.
Lucas 12:59:
Não nos libertamos dos nossos erros enquanto não estiver pago o último centavo.
Apocalipse 13:9-10:
_Aquele que encarcerou, para o cárcere há de ir; o que matou à espada, pela espada há de perecer.
No Capítulo 3 do Evangelho de João revela um encontro de Jesus com Nicodemos, poderoso membro do Sinédrio. Entre os ensinamentos transmitido por Jesus é: “é preciso nascer de novo”.
Ezequiel - Jó 1:21:
_Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou, bendito seja o nome do Senhor.
Jeremias 1:5:
_Antes que eu te formasse no ventre; te conheci; e antes que saísses da mãe, te santifiquei: um profeta as nações te constituí.
Gêneses 15:15-16:
_Tu, porém, irás em paz para teus pais – diz o Senhor Abraão mergulhado em profundo sono, ou melhor, em transe -; será sepultado numa boa velhice.
Na quarta geração voltarão para cá, porque a medida da iniqüidade dos Amoreus ainda não está cheia.
A reencarnação foi rejeitada pela Igreja Católica, no concílio de Constantinopla, em 553, por votação, perdendo por 3 a 2.
Em 543, Justiniano publicou um édito, em que expunha e condenava as principais idéias de Orígenes, sendo uma delas a da preexistência.
Em seguida à publicação do citado édito, Justiniano determinou ao patriarca Menos de Constantinopla que convocasse um sínodo, convidando os bispos para que votassem em seu édito, condenando dez anátemas dele constantes e atribuídos a Orígenes.
A principal cláusula ou anátema que nos interessa é a da condenação da preexistência que, em síntese, é a seguinte: "Quem sustentar mítica crença na preexistência da alma e a opinião, conseqüentemente estranha, de sua volta, seja anátema".
· Se existe a reencarnação, porque a necessidade do perdão?
O perdão desvincula a vítima do algoz. Permite que a vítima siga sua evolução livremente sem o fardo de permanecer junto do algoz numa próxima. O algoz prossegue com seu aprendizado cármico.
· Porque então esquecemos as vidas passadas ao renascer num novo corpo?
Quem disse que esquecemos? É apenas temporário o processo para que aproveitemos as experiências de aprendizado e retificação. No momento propício nos recordaremos de tudo.
· Porque temos que quitar o karma, se somos perdoados por Jesus e por Deus?
A lei do carma é o perdão inteligente de Deus. Se não perdoasse só restaria condenação sem solução e nem o arrependimento bastaria. O carma propicia novas oportunidades até que leve o indivíduo a “salvação”.
· Então a vida é fatalista, pois o carma já designa tudo?
Não! O livre arbítreo existe em equilíbrio com o carma. Temos uma faixa relativa de liberdade e uma faixa de limitações.
Orígenes, Agostinho, Francisco de Assis, Jerônimo entre outros.
Porque tantas diferenças humanas?
Porque um saudável e um aleijado, um rico e um pobre, um néscio e um inteligente?
Porque algumas crianças inocentes, segundo pesquisas sérias, tem lembranças remotas, demonstrando conhecimento que desafia sua idade e cultura?
Alguns pesquisadores estão levantando a documentação de casos em cartórios, entrevistando famílias em lugares distantes e obtendo resultados satisfatórios.
Há uma nova hipótese, pesquisa pelas impressões digitais, bem semelhantes.
O maior conhecimento de toda a humanidade, que brilha supremo e inatingível, até os dias de hoje, que não se sabe a origem de tão antigo, os Vedas citam claramente a reencarnação e o karma.
Como pode o homem pagar por erros que não cometeu?
Que Deus de bondade é este que condena já em vida inocentes logo ao nascer?
Basta orar e fazer penitências para ficar livre dos pecados?
Que Deus é este que envia almas ao inferno eternamente, sem chances de perdão se Jesus falou: perdoe setenta vezes sete.
Ler e recitar a letra qualquer um pode fazer – basta que tenha memória -, mas divisar por trás dela o vulto imenso do espírito, isso é dado a poucos, porque muitos são os que olham e não vêem, escutam e não ouvem, falam mas não dizem nada...
“Eu vim a este mundo para um juízo – disse Jesus -, a fim de que os que não vêem, vejam; e os que vêem se tornem cegos”.
Para enxergar nas entrelinhas não é necessário nem mesmo ser Doutor da Lei; ao contrário, Jesus certa vez orou a Deus, agradecendo-lhe haver o Pai escondido certas coisas aos sábios e entendidos e as revelado aos pequeninos e humildes...
Os doutores (Fariseus do Sinédrio) ficavam presos a letra da lei, sem buscar desvendar o verdadeiro sentido oculto dos textos. O nobre combate que deu Jesus às suas tricas, falsidades e armadilhas, e principalmente às suas hipocrisias, fez deles inimigos inflexíveis do Mestre.
Paulo em corinthios 3:5-6:
_... a nossa capacidade vem de Deus, o qual também nos fez idôneos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; pois a letra mata, mas o espírito vivifica.
A Bíblia foi escrita em parábolas e em época e cultura antigas, portanto não pode ser interpretada ao pé da letra.
Os textos históricos têm que ser bem interpretados, sem deformar. É grande a responsabilidade do pregador.
Traduções forçadas permitem a acomodação de idéias pessoais de seus tradutores ou copistas, e têm sido comuns em todos os tempos e em muitos idiomas.
Ao tomar a Bíblia para consulta, o leitor precavido precisa saber se a versão é católica, protestante, ortodoxa ou outra para saber das tendências facciosas da mesma.
João escreveu no Apocalipse (22:18-19):
_ Eu testifico a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas escritas neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa, etc.
Êxodo 20:2-6:
“...Não as adorarás, nem lhes dará culto, porque eu, Jeová, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta geração daqueles que me aborrecem, e uso misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.
E se o indivíduo não tiver filhos?
E se tiver e os filhos pagarem, ele então não ficou retificado? Mas seria tarde, pois já foi para o inferno que é eterno e sem volta. Bem incoerente!
Ao pé da letra, Deus se mostra injusto e ruim, punindo os filhos inocentes pela culpa de pais pecadores, mas interpretando com profundidade, entendemos que o indivíduo reencarna na 3ª ou 4ª gerações, como é mais óbvio. Reencarnando ele estará sujeito as reações de suas obras em vida anterior.
Um indivíduo vive uma vida de crimes e se arrepende no último suspiro e será salvo. Tem maior injustiça que esta? E as pessoas que ele prejudicou?
E se ele matou um outro criminoso antes que este também tivesse tempo de se arrepender e não pôde conquistar o céu? É justo?
Eclesiastes 6:6:
_Ainda que vivesse duas vezes mil anos e não visse o bem, porventura todos não vão para um mesmo lugar?
No Capítulo 23 de Mateus, no qual Jesus emprega termos veementes para expor, em toda a sua clareza, a hipocrisia daqueles falsos santos: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas!”. Tinha-os por sepulcros pintados de branco por fora, mas cheios de podridão por dentro.
Mais vale um ateu honesto, que um cristão ou um espiritualista desonesto.
Todo religioso é um espiritualista, mas posso ser um espiritualista sem religião.
Nem no Antigo ou Novo Testamento existem quaisquer menções a religião. A religião é dos homens e não de Deus, mas valem as boas e reais ações.
· Será que você não acredita por medo de assumir a responsabilidade por sua salvação?
· Não é mais cômodo continuar de qualquer jeito e até fazendo mal, se você pode orar ou se arrepender na última hora?
· Se o Universo evolui e se expande para o espaço infinito por toda eternidade, nós em analogia óbvia, também não teremos uma evolução espiritual por toda eternidade?
O “céu” e o “inferno” são estados da alma e não locais de eterna bênção ou sofrimento.
O “céu” e o “inferno” são portáteis e você leva aonde for.
Se o perdão tira o pecado, vale a pena viver uma vida de crimes e pedir perdão no fim? Isto não incentiva a criminalidade?
Se Jesus é o único que pode nos salvar e nos libertar do pecado, como ficam os que nasceram antes Dele?
João 14:12
“Aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço...” Então se existe apenas uma vida, ande nas águas, ressuscite os mortos, cure os cegos e os paralíticos e faça a obras que Jesus também fez e me prove que tem fé em Deus e no Jesus que diz que acredita.
As pesquisas avançam e a ciência vem aí.
Com aparelhos cada vez mais sofisticados, em breve, o karma, a reencarnação e as experiências fora do corpo estarão comprovadas. Aproveitem enquanto podem.
Mas de nada adiantará, pois os fundamentalistas na defesa de seus interesses egóicos, pensam que ciência é credo e por isto nela não devem acreditar, mas eu repito as palavras do mestre Jesus: “a cada um segundo as suas obras”.
“A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.
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