1.1.   Quem somos

 

Estrutura - Somos um casal (Dalton e Andréa) com um trabalho VIRTUAL sediado em Curitiba – PR, com princípios e objetivos elevados. PORTANTO, NÃO TEMOS SEDE FÍSICA. Estamos presente apenas na Internet, em forma de sites (www.consciencial.org www.ramatis.org), um grupo de news (Amor Consciencial), grupo de discussão (Amigos de Ramatís) e em forma de portal de cursos à distância (www.consciencialcursos.org www.aprenderadistancia.org), no YouTube (www.youtube.com/daltonroque). Visamos contribuir para que indivíduos, grupos e empresas elevem seus níveis de consciência e sejam mais felizes e prósperos. No devido momento nos apresentaremos numa base física.

 

Formação – Apesar de sabermos que a formação acadêmica pouco importa, sabendo-se o que pesa mais são os talentos evolutivos, a competência consciencial, o amparo extrafísico, o foro íntimo e as intenções SINCERAS de servir a humanidade, ainda assim as citamos APENAS como coadjuvantes. Dalton se formou Engenheiro Civil e complementou seus estudos (até 2010) com as pós-graduações Valores Humanos; e Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. Andréa se formou em Biologia, fez as mesmas pós-graduações já citadas e ainda MBA em Gestão de Recursos Humanos e outra em Gestão Social. Uma pena que as pessoas deem tanta importância aos títulos e rótulos.

 

Produtos - Além dos cursos, palestras, cursos à distância, livros, CDs e DVDs que produzimos e vendemos, também desenvolvemos trabalho voluntário e tarefas assistenciais gratuitas. Acreditamos na autodoação, na assistencialidade e na fraternidade humana desinteressada. Até hoje doamos pelo menos 30% de TODA nossa produção de livros (fora os CDs), que foram confeccionados com a ajuda e doação de amigos colaboradores e do nosso próprio dinheiro. Não há dinheiro que compre a gratificação íntima e o prazer de auxiliar as pessoas. Atualmente estamos disponibilizando nossa produção literária para ajudar grupos, ONGs, Casas Espiritualistas/Espíritas, Umbandistas e outras. A casa/grupo que se interessar faça um contato conosco.

 

Produção – temos então, até junho de 2010, lançados 8 CDs, 4 livros impressos, 2 portais de EAD (Ensino a Distância), 2 sites espiritualistas, 1 site de informática, 1 lista de news, 5 grupos de discussão (alguns fechados e restritos) e 1 canal no You Tube. Somos articulistas de 4 revistas de alcance nacional. Portanto, temos algum serviço para mostrar e não apenas a bela falação do “eu faço”, “eu posso” sem nada fazer. Conhece-se a árvore pelos frutos.

 

Doação - Todo espiritualista deve possuir algum trabalho voluntário. Boa parte do material vendido* também é doado a entidades carentes e instituições que disponibilizam seus conteúdos gratuitamente a muitas pessoas. NÃO DOAMOS A PESSOAS FÍSICAS por limitar a doação ao acesso a apenas um. Só fazemos doações pessoalmente para precaver abusos. Vários centros espíritas/espiritualistas, Institutos, SESCs, bibliotecas, Faróis do Saber e ONGs de Curitiba – PR, já receberam e recebem nossas doações. É importante se doar de diversas formas, tanto em teor de consolação como em teor de esclarecimento (e, claro, ambos conjugados). A consolação deve ser em forma de seu tempo, seu dinheiro, suas doações (inclusive de sangue) e suas energias (vibrando luz e preces) e sua capacidade de ter empatia pelo próximo, ouvi-lo, acolhê-lo e dialogar com ele de modo fraterno e igualitário. O esclarecimento segue em forma de livros, CDs, cursos e palestras presenciais gratuitos, cursos à distância gratuitos e em forma do Grupo de News (boletim de notícias) Amor Consciencial que consideramos um bom trabalho voluntário –.

http://br.groups.yahoo.com/group/amorconsciencial. NOTA: às vezes, nos acusam de excesso de propaganda sem fazerem melhor, sem saberem de nossas dificuldades e sem ajudarem.

 

Daí de graça” – estamos cansados de ouvir de gente religiosa, moralista, piegas e improdutivas o refrão “cristão”: “daí de graça o que de graça receberes”. Como se não existisse despesas na confecção de livros, CDs, DVDs, cursos, sites e outros trabalhos multimídia criativos. Há quem adore dar esmolas* e se ache o “bom cristão” por isto. Se você quer mesmo “dar de graça” está desafiado: pague integralmente a nossa produção de livros a preço de custo (comprovado com a nota fiscal emitida em seu nome) e fique com ela inteira para doar a quem quiser. Exigir doação dos outros é fácil, queremos ver você fazer! As consultas espirituais com base mediúnica é que devem ser de graça! - Kardec dependeu da venda do Livro dos Espíritos para se manter. O problema é o vício e comodismo, da preguiça mental e do paternalismo de gente ignorante e mal acostumada, que se acovarda da autoevolução espiritual pessoal sem priorização através do esforço próprio exigindo tudo dos outros e nada de si. - "O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros". Confúcio.

* NOTA: dar esmola é a pior coisa que se pode fazer para ajudar. Melhor agasalhar e alimentar (tarefa de consolação), mas melhor mesmo é educar e instruir e ensinar a pescar (tarefas de esclarecimento) ao invés de dar o peixe e ainda depois enfiar a doutrina (seja ela qual for) garganta abaixo de um ser que já estava humilhado pelas próprias necessidades.

 

Cara a tapas – estamos aqui e em outras mídias mostrando serviço, consequentemente revelando a qualidade de nosso trabalho, e claro e óbvio, nossos defeitos e limitações também, dando a “cara a tapas” para todos, mas principalmente ao ego alheio, que na rara situação de mostrar serviço “melhor” que o nosso, pode estar portando o ranço repugnante de sua superioridade exclusivista. Ranço este do qual nós (Dalton e Andréa) dispensamos e preferimos trocar pela modéstia consciencial lúcida e holomadura de quem renuncia seguir a liderança alheia, mas assume o próprio epicentrismo consciencial numa produção ORIGINAL e sem imitação ou descaso com o trabalho alheio. Não precisamos “cortar a cabeça” dos outros para crescer, muito pelo contrário, aplaudimos o bom trabalho alheio sem o cartesianismo subrepitiliano da competição evolutiva mesquinha e imoral de anunciar “nosso grupo é mais evoluído”.

                                                                                                   

Divergências - Não somos religiosos, nem espíritas, nem místicos, nem “esotéricos”, nem conscienciólogos, nem evoluciólogos, nem cristãos, nem budistas, nem hinduístas, nem orientalistas ou ocidentalistas e nem nada “New Age”. Somos livres-pensadores “universalistas”, ecléticos, multi/interdisciplinares e respeitadores de todas as linhas de pensamento e opções evolutivas, embora tenhamos convergências e divergências conceituais com elas. Essas divergências são naturais e sadias. Planam ao nível do pensamento e das ideias e não no nível umbilical do desafio, do rancor, da disputa evolutiva, do despeito, do ressentimento ou do ódio dissimulado que a maioria delas ostenta em nome da “verdade” e de seu Mestre, Epicon ou Avatar. NOTA: Epicon: gurucon, guru consciencial, guru conscienciológico, guru consciencial, epicentro consciencial, etc.

 

Pesquisadores – somos pesquisadores conscienciais independentes totalmente orientados ao conhecimento e sem “rabo preso” a grupos e seus holopensenes* empacotados e franqueados. Não nos limitamos às linhas formatadas (franquias conscienciais) e seus dogmas e posturas rígidas, velados ou francos e sua hierarquia também velada ou franca. Não compartilhamos dos “dogmas” holopensênicos, filosóficos, puristas, metafísicos, parapsíquicos, científicos, neocientíficos, espíritas, neoespíritas, neoespiritualistas, místicos, “new age”, esotéricos, exotéricos, ufológicos, extraterrestres, céticos, materialistas, agnósticos, religiosos, apométricos, conscienciológicos, institucionais, franquias conscienciais, etc. Não seguimos linhas editoriais, linhas iniciáticas, linhas posturais, linhas “vestimentais”, linhas ritualísticas, linhas institucionais, jargões e neologismos uniformizados, somos livres pensadores-pesquisadores. *NOTA: holopensene = holo: todo; Pen: de pensamento; Sen: de sentimento; En: de energia; forma a síntese pensamento + sentimento + energia de conjunto (holo) é igual a holopensene (que as pessoas denominam erroneamente de egrégora).

 

Universalismo – atualmente (2010) até o universalismo tem nome e características. Cada linha e grupo que conheço se diz universalista, mas está cheia de auto-importância, de preconceito e de dogmas discretos (e até francos), inclusive os de hierarquia não assumida baseados no tempo de casa. O misticismo está cheio de “universalismo”, o holismo está cheio de “universalismo”, a conscienciologia está cheia de “universalismo”, o espiritismo e o espiritualismo estão cheios de “universalismo”, etc. Um dia me perguntarão: qual o seu universalismo? Será o crístico? O búdico? O dhármico? O ortodoxo? O científico? O neocientífico? O conscienciológico? Se este desgaste já é patente, então só nos resta encontrar outro termo para tentar conceituar a abrangência e profundidade de nossa busca de conhecimentos, da sabedoria e das “verdades” conscienciais do universo. Logo estaremos dizendo que não somos mais universalistas, somos apenas Pesquisadores Conscienciais. As palavras não são suficientes para traduzirem a profundidade das ideias.

 

Amparo - Não participamos fisicamente de local ou grupo nenhum, nem mesmo em Curitiba, cidade em que residimos, embora tenhamos muitos amigos aqui e apoiamos muitos deles. Trabalhamos absolutamente sozinhos fisicamente, sob os auspícios da Fraternidade da Cruz e do Triângulo do astral e sob os desígnios do espírito Ramatís (espírito), sem intenção ou ego da “exclusividade espiritual”. Como “universalistas” não apenas de intelecto, mas também de coração, espírito e consciência, somos visitados por muitos espíritos igualmente universalistas, oriundos de diversos grupos, níveis, colônias do astral e egrégoras sutis. Também temos contato mentais e projetivos com os denominados Serenões e suas respectivas egrégoras, embora não façamos propaganda disso. Os semelhantes se atraem. Entidades elevadas preferem os seres simples que os eruditos de doutrinas e intelectuais de filosofias e parapsíquicos de instituições. O único reconhecimento que precisamos são os dos amigos espirituais (parasociedade) e não o dos encarnados. Como diz Tom Jobim: “no Brasil, sucesso é ofensa pessoal”, mas o sucesso que buscamos é o sucesso consciencial.

 

Ramatistas – não somos ramatistas! Não compreendemos as pessoas que adoram mitificar os mestres espirituais e entidades extrafísicas, até mesmo Ramatís, cuja bandeira principal é o universalismo, a síntese, a lealdade e a paz. Portanto, apesar de apreciarmos e respeitarmos muito o espírito Ramatís (que nos honra com sua presença eventual) não o louvamos com sendo “deus”, perfeito e sabe-tudo. Há dois tipos de fundamentalismo: os contra e os a favor. Fundamentalismo não é discernimento. Só para ilustrar, no nosso canal no Youtube, o filme da vida de Ramatís é o que possui mais visitas, em detrimento de outros conteúdos, inclusive mais técnicos ou mais poéticos – www.youtube.com/daltonroque - e nos perguntamos: por que isso? Um Mestre não deseja reverência ou “puxa-saquismo”, mas deseja trabalho útil a comunidade e é o que fazemos.

 

Hercilistas – Ramatís surgiu à primeira vez através do excelente médium Hercílio Maes de Curitiba, PR, que produziu uma extensa obra de conteúdo relevante. Foi este início, através deste pioneiro médium, que Ramatís imprimiu a maior e mais profunda emoção em seus leitores e simpatizantes. Naquela época Ramatís não tinha muitas opções literárias e intelectuais no meio social e então teve que ser sutil e iniciar no meio espírita através de uma linguagem simples e mesmo assim despertou uma polêmica avassaladora. Dessa forma esses leitores gravaram em seus conscientes e em seus inconscientes que o estilo do médium era o estilo de Ramatís. Realce a expressão “estilo definitivo e engessado de Ramatís”. Na verdade Ramatís, um espírito técnico e avançado (no limiar do plano mental), foi sutil, pois naquela época não havia nem terminologia (neologismos) e nem sinapses humanas capazes de entenderem o que ele precisava escrever e ser entendido. Mas o que descobri é que com Hercílio foi apenas o início, apenas um grão de areia numa praia e o maior estava por vir através de outros autores. Assim esses leitores apaixonados de Ramatís se tornaram “hercilistas”, crendo (fé) que era estilo de Ramatís e que são “ramatistas”. Mas não, era estilo de Hercílio, e era uma época, uma fase, apenas uma fase necessária e importante para o início de um trabalho maior. Digo, com convicção íntima, com certeza serena e soberana, que Ramatís NÃO POSSUI ESTILO X OU Y, ele produzirá suas obras conforme a necessidade da época, a capacidade da ferramenta (médiuns), a possibilidade da tecnologia (multimídias) do momento e sempre ligeiramente acima da condição intelectual da média dos encarnados. Por isso mesmo, o próprio Ramatís me diz que ser “hercilista” não é ser “ramatista” e que ser “ramatista” é somente ser universalista.

 

Fraternidade – mas em princípio e em generalidade não temos nada contra quem se considera “ramatista” e/ou “hercilista” e outros (também auto alegados) médiuns de Ramatís. Para qualquer efeito somos parceiros e todos esses possuem nosso apoio e respeito.

 

Inquisição – não estamos preocupados a nos adequar ao que é consenso entre os médiuns de Ramatís ou entre os leitores do mesmo. Sentimos-nos livres para desafiar o consenso a qualquer momento. Não respondemos por Ramatís e nem ele é responsável por nossos erros, limitações e distorções. Somos apenas coautores de um trabalho maior, onde muitos outros também participam. Alguns poderão comparar e dizer que “alguém é melhor que nós”, ou que “nós somos melhores que alguém”, ou que “não somos tão fiéis ao estilo antigo de Ramatís” e coisa e tal. Não nos importamos com isto, cada trabalho tem seu valor independente de comparações e o fato é que cada trabalho agrada mais a uns e menos a outros por questões de simpatia e afinidade e ninguém é melhor que ninguém. Somos minipeças de um maximecanismo. Vide mais detalhes no site www.ramatis.org. Uma consciência extrafísica evoluída não possui ego e não necessita nem mesmo de ter seu nome na obra que ajudou a criar, menos ainda com o estilo do animismo de seus médiuns, seja este animismo consciente (como o meu) ou inconsciente como outros.

 

Conjecturas – há quem duvide que Ramatís se expressa pela mediunidade de Dalton, mas são apenas conjecturas. Sua “fé” íntima e pessoal. Então presumo que você admita também a dúvida do cético e do ateu em cima de suas preferências e opções espiritualistas. Então você tem que admitir também a conjectura de quem fala mal de Ramatís. Se você conjectura os outros, então tem que no mínimo, por ética e coerência, admitir a conjectura alheia, seja ela qual for. Princípio da reciprocidade consciencial.

 

Universalidade – Kardec foi inteligente e utilizou a estatística como instrumento científico para filtrar as informações dos médiuns pesquisados. Abandonou o desvio padrão e reuniu os dados coincidentes e moldou O Livro dos Espíritos. Isto se chama universalidade das ideias. Baseando-se na universalidade das ideias, obtém-se confirmação das mesmas dentro do complexo universo da mediunidade e fenômenos parapsíquicos. Como acadêmico, pesquisador, admirador da ciência e do racionalismo espiritualista, tenho observado outros médiuns e/ou projetores confirmarem a presença de Ramatís em nossos trabalhos, entre eles, os mais ostensivos clarividentes conhecidos: Wagner Borges, Ilza Silva, Saulo Calderon (projetor), entre outros menos conhecidos e tão competentes e idôneos quanto estes citados. Sou um pesquisador que questiona as próprias parapercepções e o próprio conhecimento, por não me achar superior e nem detentor de nenhuma verdade pessoal ou institucional, e cheguei a esta humilde conclusão, além de meu parapsiquismo e sensitividade pessoal, claro, e Ramatís, faz sim, parte ostensiva e operante de nossa produção e nosso trabalho pessoal, digital, virtual, real, literário e multimídia confirmado por estes colegas e amigos de serviço consciencial. Você tem todo direito de não acreditar, mas se você utiliza a “fé” e o “achismo” pessoal para negar o serviço dos outros que não faz melhor, eu prefiro a pesquisa racional e imparcial assim como Kardec. Contra os fatos não há argumentos, apesar de que os argumentos também não servem para os fundamentalistas.

  

Paraciência - Não ostentamos rituais, símbolos, linguajar, neologismos, roupas, ornamentos, títulos, uniformidade holopensênica, exclusivismo doutrinário ou institucional ou qualquer valor social tradicional para tentar supervalorizar nosso trabalho espiritual. Nada contra a quem os pratica. Nosso trabalho é simples, direto e autêntico. Sem misticismos, sem floreios, sem enganação, sem falácias e sem orgulho intelectual e evolutivo (sem fazer do dharma – programação existencial - objeto de exibicionismo). Nosso foco é tanto menos religioso e tanto mais científico quanto possível nesta época do século XXI, em que ainda predomina o paradigma cartesiano materialista e ortodoxo. Mas nós estamos totalmente dentro do emergente paradigma consciencial sem, no entanto, renunciar à ciência convencional e ao paradigma anterior, tendo este seu valor considerado (PNL, hipnose, Inteligência Emocional, Neurociência, Parapsicologia, Psicologia”s”, Física/Mecânica Quântica, Campos Morfogenéticos, Filosofia, etc.).

 

New Age – a “New Age” ou Nova Onda veio como uma onda de “emergência espiritual” coletiva de uma sociedade buscando praticar seus anseios espirituais. Novas religiões surgiram, novas teorias, hipóteses, pesquisas e novos grupos esotéricos, num mundo consciencialmente cru de um planeta em expiação (Sec. XX). Mas adentrando o século XXI, apesar de brotarem muitos espiritualistas, médiuns, conscienciólogos, espíritas, terapeutas, sensitivos, projetores e escolas sérias, os resquícios da praga abominável da New Age contamina até hoje as mentes incautas e ingênuas das pessoas que admiram o “mistério” e o “enigmático” mundo da espiritualidade complicada, “marketeira”, cheia de malícia e interesses comerciais que chamamos de prostituição espiritualista. Adoram roupas ornamentadas, turbantes enfeitados e títulos iniciáticos egóicos. Não endossamos estes cursos, workshops, eventos, imersões e consultas amorais e imorais dessa horda de obsessores encarnados, que só pensa em dinheiro e em enganar as pessoas. Entre estes há os cursos e modas “quânticas”, as conexões (sempre vendidas) com os Mestres Ascensos, cura do Corpo Kármico, Conselho Kármico, Apometria Celestial e/ou Quântica, contato com Senhores do Karma, ativação da glândula Pineal, DNA Sagrado, Ashtar Sheran, ETs das Pléiades, Reino Angélico, Reiki Quântico, Anjos Mikael, Manoel e Sarapatel, Portal 11:11, e outros portais, Terra oca, e uma infinidade de baboseiras que são engolidas por gente incauta e néscia. Realmente é fácil perceber que essa gente não tem o menor discernimento ou sensibilidade consciencial e parapsíquico e precisa de nomes e termos complicados, sofisticados e falaciosos para compensarem sua incompetência pessoal. São os chamados “esquisotéricos” (esquisitos + esotéricos) e também de misticóides. É fácil perceber que uma entidade extrafísica mediana já não endossa um tipo de trabalho dessa natureza e muito menos consciência extrafísica de alto quilate consciencial. Que fique clara nossa posição.

 

Livres-pensadores - Possuímos (assim como muitos outros) um conhecimento avançado e de ponta, captado direto do plano astral e mental (autoconsciência multidensional), por meio de nós mesmos sem precisar seguir projetor, médium, guru, owner, epicentro consciencial, gurucon ou mestre terceiro (apesar de ponderamos a respeito do que pensam as referências e os formadores de opinião em temáticas espirituais/conscienciais). Não temos necessidade de repetir o que os outros criaram e captaram. Ninguém é dono das ideias, das egrégoras e dos holopensenes nem das filosofias, das doutrinas, dos espíritos ou da possível sintonia e conexão com os planos mais sutis e elevados. Ninguém é dono das experiências fora do corpo ou da mediunidade. Ninguém é dono de termos, expressões, conceitos, títulos de cursos, rótulos de listas, etc. Não somos imitadores nem acreditamos no monopólio do conhecer/saber (ego).

 

Subprogramação existencial - Assim, não precisamos orbitar em torno de ninguém que seja considerado (por seus fiéis seguidores) mais “avançado” ou “evoluído” (perspectiva individual subjetiva, fé, ponto de vista subjetivo, crença pessoal, convicção íntima, etc.). Nós temos nossa própria vivência pessoal extrafísica, bioenergética, multimilenar, multidimensional (multidensional) individual, intransferível, autoconvincente, baseada em nossas experiências fora do corpo, mediunidade, talentos parapsíquicos e intelectuais (pangrafia) e espiritualidade.

 

Princípio da descrença estendida – Nós não acreditamos em nada e em ninguém, e, embora priorizemos nossa própria vivência pessoal, sempre ponderamos sobre as vivências pessoais dos outros, para não cair no radicalismo intransigente. Há quem transforme sua vivência em dogma pessoal. E há quem renuncie a tentar as suas próprias vivências, ao acreditar cega ou exageradamente na dos outros.

 

Pseudo-intelectualidade – há vários macetes e técnicas para a supervalorização do próprio trabalho. Há também truques para dar um ar de pseudociência aos trabalhos e propostas conscienciais. Entre estas está usar certos formatos de textos como a ABNT e excessos de notas bibliográficas e até expressões em grego ou latim para tentar aumentar a importância do ego do próprio trabalho. Quando um trabalho possui conteúdo e está seguro de si, não precisa disso. Não ostentamos tais técnicas que são ótimas para seduzir os incautos pseudointelectuais.

 

Ego – Quem trabalha o aperfeiçoamento do próprio ego não se preocupa com o ego dos outros. Inteligente é saber ter a humildade, a modéstia lúcida e holomadura de saber aprender com os outros, mesmo que estes não saibam tanto quanto você, pois ninguém sabe tudo, muito menos TUDO sobre TUDO. Quem é realmente evoluído sabe aprender com qualquer um no mar da complexidade consciencial – paradoxo evolutivo: podemos aprender até com quem sabe menos.

 

Listas de discussão – As listas de discussão na internet são excelentes ferramentas evolutivas e auxiliam, informam, esclarecem e consolam muitas pessoas. Por outro lado, são, muitas vezes, utilizadas como mecanismo de promoção do status pessoal ou grupal e jogo de poder. Não participamos de jogos de poder ou confrontação de “status espiritual”, “status intelectual”, “status dhármico”, “status evolutivo” ou “status consciencial”. Preferimos ceder, ceder e ceder e declinamos das disputas mesquinhas e até de listas de discussão que criamos e desenvolvemos de modo gratuito e com muito sacrifício de tempo e energia.

 

Perfeição - Mesmo sabendo que somos pessoas imperfeitas, compartilhamos o que sabemos. Achamos, no mínimo incoerente, pessoas muito mais capacitadas do que nós fazendo nada ou tão pouco e, a despeito disso, tentando atrapalhar e criticar à toa os que fazem (incompetência, inveja e competição). Existem também alguns que fazem um pouco dentro de uma estrutura maior que não é deles, mas gravitando na órbita de algum guru, owner, epicon ou instituição “maior e melhor”. Radicais em suas referências consideram ruins (atrasados) outros que não compartilham de sua linha, mesmo que estes façam bem o seu trabalho, produzindo mais com mínima estrutura de trabalho (concorrência). Há os que preferem ficar na sombra de alguém que considerem “grande” (programação existencial orbital, gravitante consciencial, satélite consciencial), para se sentirem maiores, a arriscarem a “pequenez” de seu lugar ao sol. Preferimos a segunda opção, com a coragem de tentar e aprender, ainda que seja errando (coragem evolutiva), mas aprendendo melhor e definitivamente e produzindo sem sofrer patrulhamento ideológico, cerceamento conceitual, limitação de jargão e neologismo técnico e censura holopensênica.

 

Intelectualismo – Há muita intelectualidade na humanidade. Foi assim que o paradigma cartesiano cresceu. Há uma enorme falta de espiritualidade (verdadeira) na humanidade. Foi assim que o paradigma cartesiano faliu e está emergindo (bem ou mal) o paradigma consciencial. Há muito parapsiquismo, muita comunicabilidade, muita retórica, justificativa intelectual e teorias e pouca espiritualidade de fato. Espiritualidade é o que vem do coração, que dignifica a vida e não se explica a contento, de modo estritamente racional. Um excesso de intelectualidade/cultura pode facilmente embotar o coração de um ego vaidoso, levando a pique os melhores potenciais de sua espiritualidade. Não existe mentalsoma (corpo mental) sem sentimento.

 

Preconceito – o bom nível espiritual nos leva a diluir o preconceito. E quantos espíritas, espiritualistas e religiosos portam pesado preconceito: cor, sexualidade, religião alheia, raça, etc. O bom nível espiritual também dilui o moralismo e o pieguismo. O pior deles é contra a cor das pessoas e outro é contra a homossexualidade. Parece-nos que essa gente não conhece a reencarnação! Já reencarnaram homens, mulheres, homossexuais, prostitutas, criminosos e esqueceram tudo e acham que estão ótimos atualmente e são muito evoluídos. Creio que muitas prostitutas são melhores que estes (com perdão a elas pela comparação). Abominamos o preconceito declarado e também o dissimulado. Vi colegas (e até amigos) abandonando palestra de médium competente quando descobriu que este era homossexual, sem levar em consideração seu serviço e seu conhecimento! Tem gente que vê a unha encravada do colega e não vê a trave em seu olho e só acredita na reencarnação em teoria apesar de ser dirigente de Centro Espírita e até de trabalhos de Apometria. Preconceito não é Universalismo!

  

Expectativas – eu, o Dalton, não sou carismático, sou assertivo. Não sou simpático, sou comunicativo. Sou espontâneo, leal, extrovertido e digo o que penso mesmo se não agradar apesar de preferir ficar calado. Faço amigos e inimigos com facilidade e não deixo dúvidas quanto a meus objetivos, minha ética e meu caráter. Não sou o tipo bonzinho, fala mansa e não vim para agradar ou preencher expectativas, muito menos as religiosas. Não abro mão dos meus princípios que são prioritariamente conscienciais. Uns “vendem a alma” para o “demônio”, outros para Kardec, outros para seu gurucon-epicon e outros “para Ramatís”* e nós trabalhamos com o bem, amor e com todos, sem exclusivismos patológicos.  Na verdade, eu, Dalton, estou aqui para frustrá-los ao dissertar a minha perspectiva que incomoda e explode dogmas. Então não espere que eu preencha suas carências afetivas e/ou religiosas. Pode ser que eu auxilie em suas carências de conhecimento e até um pouco das carências espirituais. Andréa é mais doce, elegante, sutil e discreta. Declinamos dos debates que alimentam mais o ego que a consciência. NOTA: * uma forma de paixão cega pela entidade.

Esclarecimento – a área da assistencialidade ou vivência do auxílio fraterno pode ser dividida basicamente em duas: a consolação e o esclarecimento.

·         Consolação - A consolação (muitas vezes apenas assistencialismo ou paternalismo) afaga as cabeças, faz muitos amigos, diz mais sim do que não (típica dos religiosos e políticos), é apreciada pela maioria, atende mais aos egoístas que só sabem pedir para si (tanto os que recebem como os que doam), não revela os autodefeitos ou estimula à autocrítica, não exige competência evolutiva para praticar, tem entendimento fácil e não exige discernimento ou intelectualidade, se preocupa com a opinião pública das massas impensantes, é fácil e agradável, é simpática, está baseada nos chacras mais baixos, básicos e instintivos, é proselitista, é facciosa, é moralista, é piegas, adora mestres, avatares e gurus, não causa despertamento consciencial, defende o próprio grupúsculo consciencial como sendo o melhor e mais evoluído e detentor de “verdades” várias, dá o peixe e não ensina a pescar, é imediatista e pouco ou nada vale, trabalha mais no paradigma cartesiano, é sutil ou francamente dogmática. Endeusa médiuns, palestrantes e epicentros conscienciais. Está incluída aqui a patologia mistificadora e exagerada da New Age. Exemplos: distribuição de sopa, bazares, auxílio fraterno, passe, palestras superficiais, consultas espirituais, receituário mediúnico, distribuição de cestas básicas, literatura em forma de romances e orações, louvores, não permite discordância dentro do grupo (principalmente em foco personalista a principal referência evolutiva do grupo), etc.

 

·         Esclarecimento - O esclarecimento segue na contramão das massas impensantes, não é arrogante*, não é competitivo**, considera e apoia o trabalho de esclarecimento alheio, aponta os erros, oferece soluções evolutivas mais permanentes, faz muitos inimigos (amigos aqui só quem tem despojamento e competência evolutiva), diz mais não do que sim, é antipática, atende mais quem deseja evoluir e se reciclar de fato, estimula o autoconhecimento e a autocrítica, evita as hipocrisias, é mais difícil, exige conhecimento, exige bases bioenergéticas, exige amparo extrafísico, exige hiperacuidade parapsíquica e espiritual, exige boas intenções profundas, exige estudo e dedicação, exige discernimento, trabalha com os chacras de cima principalmente o coronário e o frontal, se baseia na ciência tanto quanto possível, eclode ao paradigma consciencial, busca o universalismo, não se importa com a “antipatia” de autores e epicentros conscienciais (gurus e referências evolutivas), mas não se nega a estudar os conhecimentos gerados por estes, não tem medo e nem preconceito do conhecimento, não é moralista, não é piegas, não é proselitista, não defende o próprio grupo como detentor das “verdades” várias, etc. Exemplos: estimula as práticas bioenergéticas, estimula a intelectualidade (estudo, leitura, fala e escrita), estimula o universalismo (estudar e ler de tudo até autores antagônicos), esclarece mesmo quando sabe que vai ser agredido (coragem evolutiva, peão interdimensional, bucha de canhão dos amparadores extrafísicos), considera estudos parapsíquicos (a projeção consciente, a Apometria, as energias, os chacras e a mediunidade) além dos moralismos religiosos, não tem medo de termos técnicos e neologismos necessários, não exige uniformidade holopensênica, permite discordância de ideias e conceitos dentro do próprio grupo, não tem medo de ideias inovadoras, etc. NOTAS: *A arrogância é uma grave patologia consciencial do corpo mental, típica de pessoas que possuem curso intermissivo básico e primário. ** A competição é típica do Paradigma Cartesiano, e há grupos com teoria conscienciocêntrica que adoram a competição evolutiva no subnível subrepitício (protoconhecimento) da competição evolutiva do “eu sou superior” e “eu tenho a verdade”.

 

·         Opção - Nossa opção (ISC) é prioritariamente a segunda, o ESCLARECIMENTO, conjugando-a bem com a primeira, a CONSOLAÇÃO, e assim seguimos na contramão das massas impensantes (mesmo as que se acreditam espiritualizadas e/ou evoluídas). Assumimos sermos “PONTA DE LANÇA” dos amparadores, “BUCHA DE CANHÃO” das consciências extrafísicas evoluídas, “PEÕES INTERDIMENSIONAIS DESPOJADOS” dos Serenões*, contrariando os consensos das opiniões grupais pequenas, médias e grandes (mesmo as franquias conscienciais, as microminorias arrogantes, os jargões uniformizados, e grupúsculos exclusivistas), não nos preocupando com fama, idolatria, gurulatria ou simpatia. Somos velhos iniciados do passado que faliram na senda no caminho multimilenar das reencarnações; voltamos com coragem e vontade, somos atuais intermissivistas (pessoas com cursos intermissivos** recentes, avançados e atualizados), com programação existencial*** de excelente nível e nosso público alvo prioritariamente são os intermissivistas, ou seja, os que estão dispostos a se reciclarem intraconsciencialmente de forma corajosa, visceral e permanente. Nossa ampla comunicabilidade, didática e paradidática, pedagogia e parapedagogia nos permite trabalhar bem com todos os públicos de forma coerente, suave e respeitosa conjugando o melhor resultado evolutivo do esclarecimento com a consolação. NOTAS: * Consciências evoluídas que não necessitam mais reencarnar. Há uma lenda mítica que diz eles não se identificam, mas há exceções. ** Intermissivo deriva de intermissões, ou, intervidas, inter-encarnações em que se reside no plano extrafísico. *** Programação Existencial ou Dharma significa missão espiritual de vida.

 

Comunicatividade – A comunicação é um dos pré-requisitos conscienciais importantes para a evolução da consciência. Nossa criatividade e comunicatividade são das mais amplas e abrangentes. Além de textos técnicos e artigos profundos repletos de analogias, sínteses, comparações, esquemas e ilustrações, onde também valorizamos a física e a matemática, usando a abusando do corpo mental e da intelectualidade com desenvoltura anímica e mediúnica (vide livros O Karma e suas leis e o livro Estudos Espiritualistas), com amplo exercício fluente dos chacras superiores, também elaboramos poemas, poesias, prosas, contos e humor sem medo da crítica de quem acredita (fé) que quem tenha e exerça sem culpa o psicossoma (corpo emocional e suas sadias emoções), não tenha mentalsoma (corpo mental para o exercício da intelectualidade).

 

Imagem – quem tem que zelar por sua imagem é quem é hipócrita e possui mais de uma cara. Já me disseram que eu desconstruo a minha imagem. Não que eu desconstrua, mas é que não me mascaro. Não nos mascaramos, somos o que somos em qualquer lugar e onde não podemos exercer nossa presença espontânea e nossa opinião, preferimos não aparecer. Quem conhece um pouco mais de nossa intimidade chega a se decepcionar com nossa simplicidade, pois não botamos banca de saber ou de conhecer. Não utilizamos as técnicas impressionantes e falaciosas de usar grego ou latim ou excessos de prefixos amplificadores (mega, hiper, ultra, maxi, supra, etc.).

 

Política – não somos pessoas muito dadas à política. Não, não estamos falando de política convencional, mas política de relacionamento. Preferimos o sacrifício da autenticidade máxima, com resultados apenas baseados na qualidade e empatia de nosso trabalho, e não da empatia pessoal, política de relacionamento, eventos sociais e afins. Não “puxamos saco” de ninguém. Nosso trabalho vale mais que nossos rostos e só irão apreciar nosso serviço quem for ligado ao CONTEÚDO e não a simpatia do rosto, a embalagem da roupa, a fala mansa consoladora, a falsidade que concorda, a neologismos sofisticados e a embrulhos da New Age.

 

Sabe tudo – não somos “sabe-tudo”, apenas nos propomos a um trabalho específico dentro de uma faixa que nos sentimos competentes. Os “sabe-tudo” são donos das verdades, as absolutas, as relativas, as “de ponta”, as “de vanguarda” e não é o nosso caso. Somos contra gurulatria, mesmo a velada. Temos dúvidas, anseios e inseguranças também e damos a “cara a tapas” na internet e assumimos nossa humanidade limitada, incompleta e falha. Quem for melhor, que faça melhor, torcemos por você.

 

Ceticismo - Não almejamos incentivar a conversão de (ou discussões estéreis com) materialistas, céticos, pragmáticos e fanáticos religiosos. Este site NÃO É PARA ESTES! Ninguém recebe (e nem doa) o que NÃO tem no coração. Não invadimos e nem desrespeitamos o espaço físico e real ou virtual alheio. O amor se comprova com a prática da ética e esta tem que ser recheada de respeito e despreconceito.

 

Referências – como referências, citamos, gostamos e respeitamos o trabalho de diversos médiuns, projetores, autores, grupos, escolas, religiões e isto não conclui que também não possamos ter discordâncias conceituais, teóricas e práticas com estes. Alguns deles: Wagner Borges, Saulo Calderon, Luiz Zahar, Marco Coutinho, Vasco Vasconcelos, Waldo Vieira, Cesar S. Machado, Robson Pinheiro, Chico Xavier, Divaldo Franco, Lázaro Freire, Hercílio Maes, Norberto Peixoto, Swami Vivekananda, Huberto Rohden, etc.

 

Endosso – nosso trabalho editorial e multimídia convidou alguns colegas (escolhidos a dedo por sua competência e idoneidade) para participarem dos mesmos que dissertaram suas opiniões técnicas, morais qualificadas, colaborando conosco. São de diversas áreas conscienciais comprovando nosso universalismo. Seus nomes estão registrados em nossas obras (EDA e ISBN) e também nos registros akashicos da humanidade. Nossa ética os coloca como parceiros evolutivos, colegas de egrégora, colaboradores de dharma, acima de alguma amizade e preferência pessoal facciosa que possa haver entre nós. Eles também podem ter pontos de discordância conosco e nós com eles, mas como pesquisadores e espiritualistas imparciais isto não afeta o trabalho e a parceria evolutiva. Portanto, é justo citá-los como lista de endosso a qualidade, competência e cosmoética de nosso trabalho consciencial:

 

·         Wagner Borges – fundador e presidente do IPPB – Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas de São Paulo capital. É considerado por muitos um dos “Papas” da projeção consciente mundial. Escritor, locutor, professor, bioenergizador e palestrante experiente. É considerado por nós a pessoa (conhecida) mais flexível e universalista deste orbe. Participou de nossos livros e CDs multimídia. www.ippb.org.br

·         Lázaro Freire – fundador, moderador e diretor da lista Voadores, residente em São Paulo capital. Lista esta que possui foco principal de debate nas EFC – Experiências Fora do Corpo e também trata assuntos espiritualistas correlatos. Participou de nosso livro que sempre indica e sugere em sua lista. www.voadores.com.br

·         Ilza Silva – terapeuta, filósofa, hiper sensitiva com clarividência ostensiva, palestrante, professora, escritora e bioenergizadora. Reside atualmente em Curitiba, PR. Participou de nosso livro. www.bioconsciencial.com

·         Maísa Intelisano – moderadora e participante ativa da lista Voadores, residente em São Paulo capital. Terapeuta, médium psicógrafa, palestrante e professora de temas referente à mediunidade e correlatos. Participou de nosso livro. www.maisaintelisano.com.br

·         Saulo Calderon – criador e mantenedor do IVA – Instituto Viagem Astral, residente em Recife, PE. Seu site é o mais focado, objetivo, criativo, original e exclusivo em Viagem Astral, usando e abusando da multimídia (vídeos e sons). Também mantém através de seus colaboradores o Fórum do IVA. Participou de nosso livro. www.viagemastral.com

·         Otávio M. Ulysséa – falecido em 2009. Foi fundador, diretor e professor da UNIBEM – Curitiba – PR, também conhecida como FIES – Faculdades Integradas “Espíritas”. Um homem que apesar de espírita era (e é) universalista e totalmente despreconceituoso. Participou de nossos livros. www.unibem.br

·         Neida Ulysséa – esposa do Professor Otávio M. Ulysséa, atual diretora e professora da UNIBEM – Curitiba – PR. Participou de nosso livro. www.unibem.br

·         Firmino José Leite – reside no estado de São Paulo. É médium de “incorporação” e trabalha praticamente sozinho e totalmente de graça, gravando, filmando e postando tudo em seu site, junto ao espírito Pai Joaquin de Aruanda. www.meeu.com.br

·         Edvaldo Kulcheski – residente em Curitiba – PR. Operoso escritor, professor e palestrante espírita. Disponibiliza toda sua literatura gratuitamente na Internet. Sempre disponível a convites de grupos espíritas e espiritualistas a cursos e palestras sem cobrar nada. Participou de nosso livro. http://mediunidadesempreconceito.blogspot.com  

·         Rafael Cury – residente em Curitiba – PR. Presidente da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB), fundador e diretor do Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU) e co-editor da revista UFO. Membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e conferencista internacional. Participou de nosso livro. www.npubrasil.com.br

·         Victor Rebelo – residente em São Paulo, SP. É umbandista, escritor e editor das revistas de alcance nacional Revista Cristã do Espiritismo e a Revista Caminho Espiritual. Participou de nosso livro. www.rcespiritismo.com.br

·         Francisco Carvalho – escritor espírita e mantenedor do site Porta Luz. Reside em Salvador – BA. Participou de nosso livro.

·         Marco Antônio Coutinho – jornalista, escritor e projetor consciente e pesquisador deste tema. Residente na cidade do Rio de Janeiro. Participou de nosso livro. Sem site.

·         Luiz Fernando Mingrone – professor de várias matérias orientalistas, em técnicas bioenergéticas e projetor consciente. Participou de nosso livro. http://www.yogashala.org.br

 

Simpatia – nosso trabalho também possui a simpatia de outros grupos e pesquisadores, que não participaram diretamente de nossas obras, onde a recíproca é verdadeira.

 

·         Vasco Vasconcelos – projetor consciente, pesquisador e escritor. Reside em Santos – SP. Não participou de obra diretamente, porém as elogiou muito. Mantém o blog “Uma Viagem Astral”. http://umaviagemastral.blogspot.com

·         Cesar Souza Machado – residente em Brasília – DF. Professor, projetor consciente, pesquisador, escritor e mantenedor do site meta Consciência. Não participou de obra diretamente, porém as elogiou muito. www.metaconsciencia.com

·         Roberto Pineda – projetor consciente e empresário. Participante da lista Voadores. http://www.projecaoastral.com

·         Luiz Zahar – médico, projetor consciente. Criador, moderador e mantenedor da lista de discussão Viagem Astral. http://br.groups.yahoo.com/group/viagem-astral/

·         Imagik – Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagik sediado em São Paulo, SP. Criado e mantido por Zelinda Orlandi Hypolito e Arsenio Hypollito Junior, que eventualmente postam os textos de Dalton em seu site. http://www.imagick.org.br/

·         Instituto Plenitude – criado e mantido por Paulo e Velci sediados em Florianópolis – SC. http://institutoplenitude.blogspot.com

·         Centros Espíritas:

o   Fraternidade Ramatís – bairro Rebouças – Curitiba - PR - www.fraternidaderamatis.org

o   Fraternidade Ramatís Hercílio Maes – Curitiba - www.hospedageminteligente.com/ramatis

o   Centro Espírita Kardecista no Caminho da Luz - www.centronocaminhodaluz.com.br

o   Centro Espírita Irmãos da Nova Era - www.novaera.org.br

·         Terreiros de Umbanda:

o   Umbanda Assema – Marco Boeng - www.assemacuritiba.com.br – nos convidou para escrever o prefácio de seu livro “Histórias que a Umbanda nos Conta”.

o   Umbanda GECPA – Grupo Espiritualista Caboclo Pena Azul - Sérgio Kunio – www.gecpa.com.br – nos convidou para escrever o prefácio de seu livro “A Nova Umbanda”.

 

 

Síntese – uma conclusão do que somos, como nos sentimos e como atuamos está resumida na seguinte síntese: Humildade sem subserviência. Modéstia sem tolice. Simplista sem ser simplório. Dignidade sem orgulho. Devotamento sem apego. Alegria sem excesso. Humor sem sarcasmo. Retórica sem ironia. Liberdade sem licenciosidade. Firmeza sem petulância. Fé sem exclusivismo. Raciocínio sem aspereza. Sentimento sem pieguice. Caridade sem presunção. Generosidade sem desperdício. Conhecimento sem vaidade. Convicção íntima sem triunfalismo. Cooperação sem exigência. Reflexão sem melancolia. Respeito sem bajulice. Valor sem ostentação. Coragem sem temeridade. Justiça sem intransigência. Admiração sem inveja. Otimismo sem ilusão. Paz sem preguiça. Conscienciocentrismo sem arrogância. Compaixão sem dó. Verdade sem exclusivismo. Pureza sem ingenuidade. Cautela sem malícia. Ética sem moralismo. Autovalor sem egocentrismo. Ciência com espiritualidade. Intelectualidade com didática. Ética com cosmoética.

 

Política de Relacionamento

 

Perdão – Na senda do dharma (programação existencial, projeto reencarnatório, missão de vida), já cometemos muitos erros, com muitas pessoas. Pessoalmente e pela internet (virtualmente). No início, nos entusiasmamos e nos deslumbramos, a vaidade cresce e a vida nos tomba. Acontece com todos que trabalham e se expõem, cedo ou tarde, nesta ou em outra etapa evolutiva. Não podemos considerar que aprendemos muito, mas aprendemos um pouco e amadurecemos. Há quem morra sem dar o braço a torcer (orgulho). Preferimos reconhecer, publicamente, nossos erros, excessos e insuficiências, e pedir mais do que desculpas: pedir perdão. Velhas feridas (supostamente a quem ofendemos) viram mágoas e se sedimentam em rancores que nos estigmatizam e intoxicam suas almas. Não podemos mudar os outros. Só nos resta mudar a nós mesmos, pedindo desculpas e desculpando até mesmo quem não quer ser desculpado.

 

Ética – O conteúdo de nosso site inclui, principalmente, material de nossa própria produção. No entanto, utilizamos imagens, textos, slides, áudios, vídeos de terceiros, nossos parceiros, amigos, colegas e desconhecidos, sempre citando a fonte, o link e o autor. Nem sempre é fácil saber, no oceano da internet, quem detém os direitos autorais. Muitos materiais de terceiros têm a exposição pública autorizada, desde que citadas às fontes. Citamos as fontes dos materiais cuja autoria e copyright estejam perceptíveis. Seja ético também: de qualquer material nosso, cite a fonte: http://www.consciencial.org.

 

Spam – Não enviamos e-mails em massa, não participamos de malas-diretas de terceiros, não terceirizamos envios de mensagens, não compramos ou vendemos e-mails. Nosso contato é pessoal, claro, direto e com finalidade específica. Optamos por não enviar convite para ingresso, mesmo em nosso grupo de News (boletim de reflexões e notícias). Para quem nos envia e-mails, também os enviaremos em reciprocidade automática. A quem nos cadastra em sua mala direta/lista nós os cadastraremos em reciprocidade automática. Antes de marcarmos como spam os e-mails recebidos, nós, eticamente, solicitamos a retirada de nosso e-mail. Caso nosso pedido não surta efeito, será considerado spam. Somos receptivos a pedidos de ajuda e a orientações diversas, sejam pessoais, técnicas ou bibliográficas, se pudermos ajudar. Denuncie spam.

 

Atendimento - Nos limitamos a orientar e informar a quem nos recorre, sem, no entanto, atender a pedidos e auxílio bioenergético e espiritual a distância, apenas por organização pessoal. Não temos grupo de atendimento, de estudos, de orações, de Apometria ou correlatos. Em local propício no site indicaremos locais e contatos para tal necessidade apenas em Curitiba - PR. Em São Paulo – SP, indicamos nosso parceiro www.ippb.org.br. Em Recife – PE, indicamos outro parceiro www.viagemastral.com.  Somos pesquisadores mais focados em pesquisa consciencial e no conhecimento holístico.

 

Fofoca – Há quem condene spam, mas tem língua afiada igual a chicote e é poderoso(a) fofoqueiro(a). Há spam pior que a fofoca? Spam verbal também não recomendamos. Há quem insista em levar e trazer “informações” demais e não solicitadas. Declinamos desse mal.

 

Inimigos – Nós NÃO somos inimigos de ninguém. Não competimos com ninguém nem fazemos disputas evolutivas mesquinhas, para ver quem tem o site melhor, a lista maior, mestre melhor, grupo ou instituto melhor ou disputar quem tem a “verdade” mais verdadeira, “mais à frente”, “mais de vanguarda”, “mais de ponta” ou “mais evoluída”. Isso é disputa de egos cartesianos e francamente atrasados. Nossos esclarecimentos dissolvem dogmas francos e os sutis, também travestidos de falácias sofisticadas. Por isso, consideram-nos inimigos, algumas pessoas que defendem esses dogmas (de modo consciente ou inconsciente) e são portadores de ódios potentes. Eles creem que não gostamos deles, que “os atacamos”, mas não é nada pessoal ou grupal. Trabalhamos apenas ao nível das ideias e não consideramos inimigos os que pensam diferente. Quem pensa o que pensa sempre acha que está com a razão e, assim, nós também. Isto é natural. Mas isso não significa ódio ou raiva de quem de nós diverge. Apenas livre-arbítrio e livre pensar. Acreditamos que a divergência é sadia, quando exercida de forma sadia. Divergência com respeito chama-se cosmoética. O inimigo de hoje é o amigo de amanhã, esta é a nossa proposta consciencial de convergência, acima da disputa cartesiana de competição e superioridade evolutiva.

 

Distorção grupal – as pessoas quando em grupo adquirem inconscientemente um comportamento que não teriam sozinhas, ou seja, acabam criando comparações e disputas com outros que passam a considerar concorrentes. Incorporam a pressão holopensênica grupal. Por isto preferimos trabalhar sozinhos a participar de distorções grupais sempre niveladas por baixo na qualidade consciencial de seu holopensene.

 

Processo – Quanto ao hábito relativamente comum de fanáticos, fundamentalistas e ortodoxos presentes na internet, é eventual recebermos críticas e até ofensas em diversos tons. Qualquer dano moral (ofensa) infundada e sem justificativa maior será levada a processo civil em último grau e instância possível, bem como a processo penal, se houver a prática de crimes de calúnia, difamação ou injúria. E-mail vale como prova e documento. Há gente irônica que critica com cinismo elegante dizendo que quer ajudar, mas para quem não tem competência ou coração suficiente, basta não atrapalhar que já está ajudando.

 

Esclarecimento – há gente que diz que quer nos esclarecer portando extrema arrogância. Mas o conhecimento portado com arrogância é subcérebro abdominal e subrepitício. Dispensamos esta competição evolutiva de quem quer medir “quem sabe mais”.

 

Verdade – Muitas vezes, ao se criticar alguém, diz-se: “Não sou dono da verdade, mas...” Usando a conjunção adversativa "mas" como subterfúgio, o argumentante, a pretexto de ser sincero, se comporta como dono da razão, ou seja, embora se considere não ser dono da verdade, age do mesmo jeito e, às vezes, ainda ácido, desrespeitador e inflexível. A verdade não carrega emoção, muito menos emoção densa: ela é isenta, nas críticas construtivas que deveriam ser enunciadas de modo fraterno, ponderado e impessoal, e, ao contrário, acabam sendo veiculadas com mágoa, quando não com emoções piores ainda, por meio de argumentações que buscam desviar o foco do diálogo (por exemplo, levando a público a intimidade psíquica do debatedor ou o ridicularizando ou corrigindo erros de ortografia e gramática em detrimento do conteúdo e ideia do texto/debate). As piores e mais destrutivas heterocríticas são frutos da inveja, insegurança e incompetência pessoais de quem, via de regra, não possui a mínima autocrítica (autoconhecimento e autoenfrentamento).

 

Conversão – Não desejamos convencer ninguém de nada. A lógica, a racionalidade, a objetividade, o discernimento e a “verdade” são valores abstratos, relativos, subjetivos e, principalmente, intersubjetivos, que dependem do observador, do observado e do processo de observação (intersubjetividade; Mecânica Quântica). O que é bom para você pode não ser bom para nós. Respeite-nos. Respeitamos você. Não queremos “converter” ou convencer ninguém. Não se convence quem não quer ser convencido. E muito menos alguém conseguirá nos convencer de algo.

 

Ajuda – Reconhecemos que precisamos de ajuda. Nossa equipe é muito pequena. Toda nossa produção (livros, CDs, DVDs, cursos presenciais e à distância, sites, portais, news, grupos, etc.) é integralmente criado, construído e mantido por nós – tanto na parte tecnológica quanto no aspecto artístico, criativo e espiritual (autodidatismo técnico, pedagógico e consciencial). Ainda não conseguimos uma autossuficiência necessária, para que o trabalho (produtos e serviços) pague a si mesmo e nos ajude a melhorar a qualidade e ainda reinvestir em novas obras, serviços, doações e propostas. Aceitamos ajuda: voluntários, patrocinadores, divulgação e clientes. Vide respectivos links, nos menus de navegação deste site.

 

Como ajudar – você pode nos auxiliar de diversas formas, desde a mais simples até a mais sofisticada. Você poderá colocar nossos links em seu site ou blog, poderá recomendá-los a sua lista com cuidado para não fazer spam e ser mal interpretado, poderá repassar nossos textos mantendo nossa assinatura e site ao final do mesmo. Poderá recomendar nosso news e grupo de discussão. Poderá montar slides do Power Point com textos e mensagens de Dalton Campos Roque, colocar o link de nosso site e distribuir. Poderá recomendar nossos portais de cursos a distância. Poderá adquirir algum livro nosso inclusive para doar a bibliotecas e grupos afins a esses assuntos. Poderá adquirir algum CD multimídia para você estudar e se aprofundar.

 

Para recomendar e nos ajudar

Sites principais:

www.consciencial.org / www.ramatis.org

 

Portais de cursos à distância:

www.consciencialcursos.org / www.aprenderadistancia.org

 

Lista de News, mensagens e informativos:

http://br.groups.yahoo.com/group/amorconsciencial (ou www.amor.consciencial.org)

 

Grupos de discussão:

http://br.groups.yahoo.com/group/amigosderamatis (ou www.amigosderamatis.consciencial.org)

 

Canal no Youtube:

www.youtube.com/daltonroque

 

Ajuda avançada – para quem tem ou participa de algum grupo e deseja fixar um cartaz nosso em sua parede, poderá baixar aqui em Word nosso cartaz para imprimir. Quem deseja colocar um banner nosso em seu site ou blog poderá baixá-lo aqui. Em formato GIF e em formato flash. É só clicar, baixar e depois instalar em seu site. Quem desejar inserir nossas práticas bioenergéticas e espirituais também poderá baixá-las visitando a página da cada CD Multimídia. Quem quiser recomendar nosso site para amigos pode clicar aqui. Baixe nosso cartaz do Word aqui. Baixe nosso banner para site aqui. Se preferir colocar em seu site uma sofisticada animação em flash clique aqui.

 

Patrocínio – o patrocínio envolve uma profunda empatia com nosso trabalho e irrestrita confiança em nossa idoneidade moral. Sem isso é impossível. Há quem doe valores para nós investirmos integralmente na confecção de novos livros e não queira esquentar a cabeça e nem saber das contas. Mas além dessa opção, propomos uma ousada permuta a quem possa interessar. Quem quiser bancar um número definido (50; 100; etc.) de um livro X, nós calculamos o preço de custo, retiramos 30% em livros para nós, e o patrocinador, se quiser, pode sacar os 70% e fazer deles o que quiser: vender ou doar. Proposta ousada e prática para ajudar a humanidade. Outros detalhes a combinar. Outras formas de patrocínio pode ser doação de papel para livros e/ou a doação de serviços gráficos (impressão).

 

Permuta – outra possibilidade é de pagarmos os serviços que nos sejam úteis através de livros e CDs.

 

Voluntariado – precisamos de voluntários, mas com muito senso de responsabilidade e qualificação suficiente para tarefas mais específicas e técnicas. Precisamos de:

a.      Locutores que tenham acesso a algum estúdio mesmo que caseiro para gravar nossas mensagens e textos. Nós montamos CDs para doar com este tipo de material.

b.      Músicos que queiram e possam compor para nossas letras e textos. Também utilizaremos para doação.

c.       Técnicos experientes de informática que possam nos ajudar com PHP e Word Press em melhorias no site. Até mesmo para ajudar em apoio técnico e em tirar dúvidas.

d.      Desenhistas para histórias em quadrinhos. Tudo com objetivos espiritualistas, democráticos e gratuitos, inclusive histórias infantis.

e.      Desenhistas de arte transcendental para combinar imagens com textos nos livros e no site. Poder ser em pintura real ou arte digital no computador.

f.        Pessoas que possam e gostem de trabalhar com PowerPoint e utilizar nossos textos para distribuir. Não se esquecer de colocar nosso site ao fim.

g.      Estudiosos e cultos de nosso idioma que conheçam bem os estudos e perspectivas de espiritualidade universalista para serem revisores de nossos livros. A pessoa corrige nossa gramática e ortografia e ainda poderá sugerir ideias e correções na parte conceitual.

h.      Linguistas para verter nossos textos e site para outros idiomas a fim de universalisar o conhecimento.

 

Quem deve ser voluntário – nós já temos experiência com voluntários. A maioria deles se oferece, mas não efetua o serviço. Não querem SER voluntários, querem PARECER voluntários. Voluntariado é compromisso tal qual o serviço de um contrato ou carteira assinada, mas é espontâneo e para doar, e por isso se chama voluntário. Se há a menor dúvida, não seja voluntário. Se crê que não vai ter tempo, não seja voluntário. Converse, pergunte, seja franco e veja se pode ajudar com qualidade. Quem deseja ajudar sem qualidade, não ajuda e ainda atrapalha. Em forma de gratidão e reconhecimento aos voluntários nós temos uma seção específica em nosso site para recomendá-los e divulgá-los. Se não quer ou não pode ser voluntário, pense na permuta.

 

Conclusão – Acreditamos que já deu para ter uma boa ideia de nosso conjunto de pensamentos, sentimentos, valores e energias (holopensene) e de nossa forte personalidade independente, criativa, livre-pensadora e de nosso rigoroso nível questionador, assim como de nossa transparência e humildade, trabalhadora e operosa.