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19 Abril 2013
19 Abril 2013 Acessos: 1525 Escrito por Dalton
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Dalton Campos Roque – www.consciencial.org

Eu estava deitado no sofá da sala vendo a série Star Gate (14/03/2009). Adoro filmes de ficção científica. Há muitas passagens culpaque me sensibilizam. Num desses momentos já meio sensibilizado pelas cenas bacanas me veio um flash em meu chacra cardíaco.

Eu pensei em Ramatís, na minha missão de vida, na colônia do Grande Coração e nas dificuldades da matéria e da vida física. Larguei o filme e ameacei conversar com Andréa, mas me sinto mais fluente em escrever. Estou conversando comigo mesmo, mas sei que vou postar isto depois para as pessoas.

Pensei em várias coisas. Estava pensando em Ramatís, que sinceramente acredito que foi um dos que me afiançaram nesta reencarnação, algo natural e simples. Pensei em quão difícil às coisas são aqui em “baixo” para todos os homens de bem que desejam fazer de fato alguma coisa boa e deixar um legado sadio.

Pensei na colônia do Grande Coração onde sinto que fiz muitos planos e me vejo por aqui hoje me recordando e em subnível produtivo muito aquém do que esperava e prometi a mim mesmo e a meu irmão “maior” Ramatís entre outros amigos e mentores.  Imaginei-me (ou me recordei) dos amigos em volta, dos planejamentos de equipe, dos planos pré-reencarnatórios, os olhos de todos brilhando e então eu pensei: “será que vou voltar e vou ficar com vergonha de encarar a todos novamente”?

Sabe, parei de chamar Ramatís de mestre, para não ser e nem parecer tolo, religioso ou subserviente. Para não retirar minha responsabilidade evolutiva, para não criar aquela aura babaca e puxa saco de mestre que muitos usam, para não querer ser ou parecer importante, ou melhor, por ter a presença eventual de Ramatís nos nossos trabalhos.

Pensei na mediocridade de alguns espíritas que dizem que não merecem ir para a colônia Nosso Lar depois de desencarnarem. Nosso Lar já evoluiu muito depois do lançamento do livro do Chico e já merece outro livro, quem sabe “Nosso Novo Lar” por algum médium ou projetor bom por aí. No entanto, ela foi e deve ainda ser uma colônia que está dentro do umbral, ou seja, umbralina. Local mais do que justo para boa massa da humanidade, sejam espíritas ou não – eu me incluo.

Mas eu não me faço de rogado (se fosse em rodinha íntima de amigos eu usaria um termo mais chulo, mas deixa para lá), eu creio que apesar de meus muitos erros na vida mereço ir para um lugar bom. Quero, mereço e vou! É assim sim, com firmeza, segurança e vontade. Eu mereço estar e ir a bons lugares. Tenho meus erros, mas não quero alimentar culpas e dramas.

O negócio é trabalho, conserto, retificação, polimento e criatividade. Sabe, já bastam às dificuldades físicas, financeiras, de saúde, relacionamento e tal que ninguém se livra, mas não me furto de desejar o melhor sem egoísmo, orgulho ou vaidade.

Hoje eu estou trabalhando e nesta vida estou fazendo o meu melhor. Cometi meus erros, mas diante da culpa vestida de capa negra que me aponta o dedo no nariz eu falo: “dane-se os meus erros, não quero culpa, mereço o melhor, posso e vou compensá-los e retificá-los”. Não tenho medo de trabalho.

Tenho seguido meu coração por uma vida inteira e hoje (03/2009) tenho 47 anos e bem ou mal estou produzindo, estou deixando um legado e ainda quero e posso fazer mais. Não faço mais porque me faltam recursos, e isto também é culpa minha, pois fui negligente com bens materiais a vida inteira, nunca me importei e acabei sendo displicente.

Mas tenho muita criatividade e muitas idéias novas e coisas guardadas aguardando os recursos para sair. A espiritualidade foi me mostrando aos poucos que deveria facilitar o acesso do conhecimento sadio e novas tecnologias as pessoas. Nunca me cobraram nada e nunca me julgaram de nenhuma forma. Meu coração foi ouvindo e entendendo.

Fim de semana passada (08/03/2009) assisti uma palestra do Robson Pinheiro aqui em Curitiba (até gravei um trecho) e ele falou sobre vampirismo entre outras coisas. Disse que Espírita quer tudo de graça por que leu “o que foi dado, deve ser doado” em relação à mediunidade, algo por aí.

Então ele concordou que a mediunidade deve ser de graça, mas a água, a luz, o aluguel, os recursos de manutenção, a gasolina, o papel não são de graça. E que é muito sério a pirataria de livros. E que os espíritas sempre vão à casa Espírita tomar um passe e não contribuem com centavo, ou seja, são todos vampiros, só querem sugar. Ele é muito engraçado, irreverente e não tem papas na língua. Ele é pior que o Waldo Vieira e o Wagner Borges juntos.

Ele brincou que está fazendo o trabalho dele, e se após desencarnar o mentor dele falar que ele não merece um lugar bom, ele esfrega o turbante do mesmo dele na cara do próprio. Muito boa!!!

Não estou copiando ele. Eu tive um insight, um momento único, uma visão de relance que me tocou e a estou relatando. Com esta demonstro minha humanidade (erros, defeitos, limitações, anseios, intenções) e também minha espiritualidade e a luta íntima de minha autoestima. Talvez eu queira me animar, talvez eu queira animar a outros também.

Mas a gente está lá em “cima” e acha que pode encarnar e vai poder fazer tudo de bom, mas chega aqui é outra história. Vêm os defeitos, as limitações, as cobranças de terceiros, os assediadores encarnados (os piores) e os desencarnados também (os mais fáceis de lidar) e a gente acaba ficando em subnível do que imaginou no princípio.

O bem é uma estrada estreita, íngreme e desconfortável, que você trilha e se persistir ela vai alargando e ficando confortável aos poucos, mas exige paciência. O mal é uma estrada larga, fácil, confortável, asfaltada e descida que vai se estreitando após te seduzir e depois de uma curva traiçoeira te joga no abismo de si mesmo.

Diante do “dane-se” que dei a meus erros e negligências, diante do subnível que considero que estou, diante do que acredito que posso fazer eu pedi a Ramatís: “me arrume os recursos para produzir as obras espiritualistas que a medida que a vida for me propiciando segurança eu irei caminhando para a gratuidade inteligente”. Só em 2013 consegui fazer o site novo para incluir os textos engavetados.

Gratuidade inteligente é a que não doa pérola a porcos. Ela doa a quem não pode pagar: um livro a quem de fato deseja ler, um CD de áudio a quem tem um som e um CD multimídia a quem tem computador. Ela doa sem humilhar ninguém, sem empurrar evangelho teórico garganta abaixo, sem proselitismo, e às vezes cobra alguma coisa para ser valorizada também sem paternalismo burro ou assistencialismo proselitista.

Dalton e Andréa – www.consciencial.org

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