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10 Abril 2013
10 Abril 2013 Acessos: 1705 Escrito por Dalton
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Por Dalton Campos Roque – www.consciencial.org

homeopatia2Homeopatia é um sistema de tratamento natural, sem produtos químicos, num método que dinamiza a energia de um vegetal. O vegetal qualifica a energia resultante e o processo de dinamização potencializa esta energia.

A homeopatia é a cura pelo semelhante onde ‘semelhante cura semelhante’. Samuel Hahnemann, grosso modo, descobridor da homeopatia percebeu que a ingestão dinamizada de certa tintura mãe de um vegetal, produzia sintomas específicos, classificou-os e depois descobriu que quando pessoas tinham uma gama de sintomas X, semelhantes ao resultado da ingestão da dinamização de tal vegetal - para curar tal paciente, bastava tratá-lo com tal vegetal dinamizado. Esta é uma explicação bem limitada, uma sinopse quase grosseira da homeopatia. Se a ingestão da dinamização da planta X cria uma dor de cabeça, então ela também cura uma dor de cabeça.

O fato é que o paciente no tratamento homeopático antes de melhorar, ele piora. Acontece uma exacerbação dos sintomas exsudando as energias da doença para fora, causando um estado de “piora” antes da melhoria ou cura.

O atrito resultante de um empuxo energético semelhante amplia os sintomas, dores, desconforto, uma ampliação do mal estar antes de atenuá-lo e até curá-lo. A alopatia é a cura pelo contrário ao invés do semelhante, esta sim, com produtos químicos de todos os níveis.

Mas vamos usar a homeopatia como comparativo para uma visão macrocósmica na cura da alma através do caminho das reencarnações.

No caminho multiexistencial da reforma íntima há um trabalho extremamente complexo nas almas bem intencionadas. Elas não são anjos ou amparadores ainda, são resgatados em recuperação de desvios espirituais algures ou recentes.

Elas estão no meio de nós, nas ruas e grupos espiritualistas, fazendo seus trabalhos, tentando se recuperarem no caminho lento e doloroso da cura de suas almas. As encarnações desses seres (nós), recebe um projeto e orientação de mentores denominados por alguns como Orientadores Evolutivos, cujos Espíritas chamam de Mentores de alto nível, etc. Estes podem possuir diversos níveis evolutivos que não nos é perceptível em face da manifestação cartesiana de nossos egos que estão muito abaixo na hierarquia evolutiva. Estes Orientadores Evolutivos possuem uma grande equipe sideral de administradores coadjuvantes que vem dos planos espirituais mais “altos” e vai até aos amparadores mais simples e densos.

Só uma visão de conjunto multiexistencial pode ministrar um diagnóstico e “receita” consciencial ao caminho da recuperação de uma alma antes desviada.

Assim como o processo homeopático há o semelhante que cura semelhante no processo reencarnatório, nas situações de vida e dos gruposkarma – os semelhantes enfrentarão semelhantes, mesmo por atrito. Há o semelhante positivo (ou afim) e há o semelhante negativo (ou contrário).

O semelhante positivo reforça a virtude e o talento (consciência), o semelhante negativo reforça o defeito (ego). O positivo vai pela simpatia e apoio, o negativo vai pelo confronto e crítica não construtiva.

Enquanto os espiritualistas não entenderem profundamente a lei dos semelhantes, eles continuarão julgando e condenando seus alvos “negativos”, um mero reflexo de si mesmos.

Este atrito realça e amplifica o defeito, o traço fardo que precisa ser trabalhado. Embora X acuse Y, e Z não manifeste a crítica, mas a sinta, neste processo emocional e psíquico, os 3 são semelhantes, por mais que justifiquem e se isentem do processo com teorias mirabolantes e sofisticadas.

Isto serve muito para mim, pois sou muito crítico. Identifico o meu defeito, o meu ego no julgamento e crítica que faço (quando com emoção) no meu semelhante, no meu afim, seja esse positivo (admiração, elogio, consideração, etc) ou negativo (crítica).

Tudo isto é básico no sistema de cura evolutivo, nos curamos pela semelhança quando há boa vontade, mesmo que pelo atrito, pelo negativo.

Mas voltando a questão da visão macro na cura da alma, virtudes e defeitos nos grandes grupos são administrados pelos Orientadores Evolutivos, para se manifestarem mais ou serem obscurecidos nos programas reencarnatórios ou missões de vida.

Além do mais, imprevistos relativos nas encarnações também acontecem, e as programações existenciais (projeto reencarnatório) em suas manifestações, não são infalíveis, precisam ser readaptadas. Os Orientadores Evolutivos assim como os cálculos da Mecânica Quântica trabalham com probabilidades e não com verdades ou projetos absolutos.

A ingenuidade dos espiritualistas faz com que vejam o espiritual como absoluto, perfeito e infalível, o que não é verdade. Então o que chamo de Homeopatia Consciencial é uma vida – reencarnação – programada para enfrentar um defeito, um traço fardo X numa existência. Haverá amparo, haverá obsessão, haverá grande relativismo e imprevistos podem ocorrer.

É o que eu digo, todo o provável pode ser calculado pelos Engenheiros Siderais indicando tendências probabilísticas de erros, de acertos, de amparo, de obsessão e até de acidentes de percurso, mas saber com absoluta e infalível exatidão o que vai acontecer – não há como!

E ainda mais agora com as hipóteses dos universos paralelos ou multiversos onde se teorizam que há interação e influência entre estes, portanto, ainda podemos viajar na hipótese que o comportamento de seu suposto “duplo cósmico” no universo paralelo ainda poder influenciar você. Mas pelo amor de Deus, não use isto como desculpa para seu descaso, negligência e preguiça evolutiva e nem como misticismo new age.

Os chacras do corpo astral ou parachacras manifestam os níveis de consciência do ser que “descem” de seu corpo mental e se manifestam nos chacras do duplo etérico e corpo físico.

Assim manifestam seus egos e suas virtudes numa interação contextual relativa complexa que pode ser orientada, administrada e canalizada através das telas etéricas (erroneamente telas búdicas), dos granthis (“nós”), dos nádis e chacras, pelos administradores espirituais mais diretos que projetam seu novo corpo físico e seu novo complexo energético.

Até mesmo o psicossoma (corpo astral) pode sofrer intervenções diretas profundas e complexas. Daí, p. ex., fulano, com um projeto existencial desenvolvido para dinamizar sua evolução, pode vir programado para evidenciar um defeito X e um talento Y. Isto para combater o tal defeito tendo como ferramenta alguma coisa, um estímulo, uma motivação, que no caso hipotético é o talento.

Como pano de fundo de tudo isto entra a vontade e a coragem evolutiva do ser que não pode ser compensada com nenhum projeto existencial ou amparo espiritual. Assim reparamos que existem pessoas que atraem determinados tipos de situações – boas ou ruins – para si. Como já descrevi, lei dos semelhantes, sincronicidades, em que o semelhante “julgador” não enxerga os desdobramentos conscienciais por detrás daquela alma, cujas pegadas multimilenares ela não conhece, mas critica.

Às vezes o julgador condena: “ela matou 100 pessoas” – mas não enxergou a melhoria dela, pois na vida anterior matou 1000.

Quando você lança a condenação – dardo mental de energia indignada, você alimenta, incentiva os egos / defeitos dela. Quando emana bênçãos, orações, perdão, sorte, amor, você estimula as virtudes e talentos dela.

Preciso dizer que estes dias, Andréa foi dar uma palestra - 03/2013, cujo tema foi: “Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta”, com profundos conhecimentos de psicologia, espiritualidade e conscienciologia. Ao explicar ao público que quem você condena, julga ou critica, seja qual for o motivo ou circunstância, é semelhante a você, ou a quem você admira, tem potencial virtuoso e talentoso como você. Mas os olhares ficam vitrificados e as pessoas estão impermeáveis quanto a esta realidade.  Foi a conclusão que chegamos em casa ao conversarmos sobre o efeito da palestra.

As pessoas gostam de receitas, mapas, roteiros, fórmulas fáceis que não deem trabalho e não as comprometam. A crítica serve apenas “para os outros” nunca para elas. E acordar para este processo automático, irresistível e até naturalmente compulsivo que nós humanos temos de julgar e criticar.

Dói muito, pois vou ter que ficar pensando e me questionando o tempo todo, a cada momento, em cada crítica mesquinha que eu efetuar, a saber que serve para mim mesmo. Não é duro isto?

No entanto, ao menos os terapeutas espíritas, espiritualistas deveriam saber e praticar isto. Quem é terapeuta tem que saber lidar com a limitação alheia, e não apenas com seus clientes no momento da consulta, e nem sempre vemos isto. Há quem seja terapeuta e há quem “se vista” de terapeuta.

Fala-se em reforma íntima, processo terapêutico, mas a cura da alma fica na periferia. Eu sei, melhoramos devagar, no fardo caminho evolutivo e lento, entrando e saindo de corpos perecíveis, até que possamos alçar o voo livre da consciência cósmica.

Por Dalton Campos Roque – www.consciencial.org

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