Amparadores são nossos amigos espirituais. Para alguns são anjos da guarda, para outros são mentores, guias ou orientadores evolutivos, cada qual em seu nível consciencial. Podem ser tratados como guias, mestres, anjos, amparadores, espíritos ou o que mais você desejar, mas não importa. Seu amparador tem o mesmo nível espiritual que o seu, sendo que ele leva uma vantagem por observar os eventos de uma dimensão acima, com visão privilegiada dos processos, contidos na dimensão densa (onde você está) e sua dependência linear do espaço-tempo.

 

Ramatís é nosso Orientador Evolutivo e nossos amparadores são Indus de sua equipe, e conscientemente fazemos parte da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Comunidade espiritual do astral, verdadeiramente universalista que engloba um grande número de colônias espirituais.

 

Não nos entendam mal, Ramatís é de estirpe consciencial por demais elevada e não fica nos "pagiando". Somos pequenos demais para Ele, mas isto não o impede de aparecer de vez em quando em nossos trabalhos de bioenergias e em nossas psicografias, palestras e cursos, junto com outros espíritos conhecidos e integrantes dessa mesma fraternidade, como Aivänhov (espírito búlgaro com diversos livros), Sanat Khum Maat (um dos sérios patrocinadores da Paz Mundial), Yogananda (autor do livro Autobiografia de um Yogi) e mesmo Krishna (alta divindade Indu), etc.

 

Não concordamos com as linhas radicais que levantam bandeiras em nome de algum grande mestre, batendo no peito e declarando que o mestre é posse de desejo egóico inconveniente e anti-fraterno e anti-universalista o que com certeza não combina com um espírito superior como é Ramatís e seus amigos, supra citados.

 

Com certeza podemos dizer que nossos amparadores pessoais são da equipe de Ramatís e em muitos momentos veiculamos textos e mensagens dos amigos fraternos desta comunidade sideral, quando assinamos "Os amigos de Ramatís". Porém nossa modesta caneta, não se faz de rogada, e com mente e coração abertos se dispõe a escrever mensagens de quaisquer espíritos que sejam afins ao bem, a paz, a luz e ao amor.

 

Nosso trabalho espiritual tem crescido exponencialmente em Curitiba, tanto nas psicografias, confecções de livros, trabalhos de energias, cursos e palestras, e assim a presença destes amigos sérios e operosos têm sido cada vez mais comum. Nossa sensibilidade espiritual e experiências fora do corpo têm crescido bastante propiciando a capacidade de realizar o que chamamos de pangrafia em todos os nossos serviços.

 

Pangrafia é um fenômeno parapsíquico que conjuga mediunismo com animismo, projeção da consciência com acoplamento bioenergético, intuição e outros processos avançados.

 

Acreditamos que nosso mérito, ao quê de visitas espirituais tão elevadas, se deve ao fato de sermos extremamente simples, sinceros, responsáveis e universalistas, sem propósito de cultivar dogmas, doutrinas, radicalismos, ego exacerbado e cultuar qualquer destes nomes que estão a fim de apenas uma coisa: trabalho, trabalho e trabalho e não de louvor ou qualquer forma de "puxação de saco" humanos.

 


 

Mensagem de Ramatís aos Autores

Os Caminhos Da Alma 
 

 

Há de passar por desertos gelados, desertos áridos e distantes.  

Há de passar por desertos quentes, desertos áridos e escaldantes.

Há de subir montanhas em escaladas solitárias.

Há de descer os abismos e profundidades abissais.

Há de vagar solitário pelas multidões ouvindo “não” e vendo “costas”.

Há de ser rejeitado, repelido, renegado e humilhado.

Há de passar pelas trevas das ofensas humilhantes.

Há de ter que caminhar de joelhos morro acima em vales escuros.

Há de atolar em pântanos movediços onde cada passo é um fardo.

Há de caminhar descalço em brasas e o mal tentará desanimar você.

 

Irá cruzar com “amigos” deprimidos, viciados e suicidas.

Terá que cruzar o vale da sombra da morte para vencer os males que atingem você.

Terá que ter muita força pra superar o próprio mal.

Depois de algumas vitórias as portas, janelas, caminhos e oportunidades começam a se abrir.

Os gemidos alucinantes das dores terríveis irão embora. 

O bálsamo da gratidão aliviará o seu peito. 

A música da alma acalentará teus ouvidos, a brisa suave te acariciará ao invés da aspereza da ventania.  Os solos não serão mais de brasas, mas de veludos macios e brilhantes. 

O sol iluminará teus caminhos alternando-se com doces nuvens a te aliviar e molhar teus ombros.  Grandes amigos e almas do passado ressurgirão cheios de graça e amizade. 

Os braços e os corações voltarão a se abrir pra você.

A voz do consolo abençoará seu coração e aliviará sua alma.

Então cada dia de tua vida será um dia de sorriso cheio de alegria e cada dia vindouro será sempre o melhor de todos.

 

Que bom!  Achou o caminho de volta!

O caminho do bem que te abençoa e te enche de luz!

Abençoado seja o homem que vence as dificuldades do retorno ao caminho do bem e se firma na seara da Luz rente ao caminho do Pai!

Abençoados os homens de boa vontade porque eles têm amparo e a mão do Senhor repousa em teus ombros. 

 

Suas lágrimas nutrem a terra de amor e o Pai de alegria. 

São almas resplandecentes que estão aprendendo a brilhar sozinhas e breve estarão como grandes sóis possuindo luz própria.  

 

Amor, Paz e Luz a todos os homens.

 

Recebido mediunicamente por intermédio de Dalton.

Ramatís - 30/12/2001 - Barra Velha - SC

 

Estamos trabalhando num livro de mensagens psicografadas de vários espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo.

 


 

Quem é Ramatis

 

Ramatis viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. De inteligência fulgurante, desencarnou bastante moço.


Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no Século IV, quando participou do Ciclo Ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu RAMAIANA.

Ramatis acompanha o planeta Terra desde o tempo da Atlântica há 28.000 anos e algumas vezes encarnou-se para nos ajudar. Foi o grande filósofo Shy-Ramat na Atlântica, no Templo do Sol e da Paz; depois um sensato Grão Sacerdote no Egito, no tempo do faraó Amenhotep IV; mais tarde o insigne Pitágoras na Grécia, Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus; finalmente Rama-Tys, sacerdote budista avançado na Indochina, há 1.000 anos, quando muitos de nós aprendemos com Ele magnetismo, psicometria, radiestesia, vidência, terapia e telepatia.

 

Informa-nos Ramatis que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês. Nesse templo procurou aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores. Na Atlântida foi contemporâneo, em uma existência, do espírito que mais tarde seria conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec (o codificador do Espiritismo), que era profundamente dedicado à Matemática e às chamadas ciências positivas.


Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, teve novo encontro com Kardec, que era então o sacerdote Amenófis, ao tempo do Faraó Merneftá, filho de Ramsés.


Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatis pôde aliciar setenta e dois discípulos que, no entanto, após o desencarne do Mestre não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica túnica azul e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. Os demais, sejam por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas lecionadas pelo Mestre. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da Cruz e do Triângulo, o restante disseminou-se pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis, nas três Américas (do Sul, Central e do Norte), enquanto que os demais se espalharam pela Europa, principalmente, pela Ásia.

 

No templo que Ramatis fundou na Índia, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à filosofia do Duplo Etérico. Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviaram para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal "toque pessoal" que Ramatis desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para a Fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo.


Ele nos adverte sempre que seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos de exclusivismo doutrinário ou de dogmatismo e devotam-se com entusiasmo a quaisquer trabalhos de unificação espiritual. O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.


Ramatis se nos apresenta à visão psíquica com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírico translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina.

 

Essa indumentária é um misto de trajes orientais, tipo de vestuário hindu-chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo  modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida. Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: a cor carmim indica o "Raio do Amor"; o amarelo o "Raio da Vontade"; o verde o "Raio da Sabedoria" e o azul o "Raio da Religiosidade". Um último cordão branco, que pudemos perceber, é o símbolo da liberdade reencarnatória.


Os relatos acima são todos de Hercílio Maes, seu principal médium, extraídos da 1.ª edição do livro Mensagens do Astral, ou que foram passados a outrem pelo próprio Hercílio.

Mais recentemente, em mensagem dirigida ao grupo, assim se definiu:

"Diga-lhes que sou Ramatis, filho de Rama e Tiseuama. Pai Rama: sol, brilho interior, luz que ilumina o caminho do iniciado e Tiseuama: estrada que conduz, o caminho que ensina, a vida que amadurece o Espírito menino. Diga-lhes que sou Ramatis, filho de Rama e Tiseuama, do pai material tapeceiro, mas devoto dos ensinamentos de Osíris, e Tiseuama, mulher sacerdotisa de conhecimentos profundos na arte religiosa, de como dirigir-se e conquistar corações em desalento sobre a proteção da Luz e do Amor. Tiseuama foi minha mãe material e meu pai chamava-se Rama. Estes são nomes reais, dos pais biológicos que tive há mil anos atrás."

RAMATIS,
Filho de Rama e Tiseuama

 

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