A comunicabilidade é fator fundamental em qualquer consciência em qualquer lugar e em qualquer data. Entende-se por comunicabilidade como sendo um atributo da consciência de quem se faz entender bem, de forma clara, equilibrada, objetiva, sem ser entediante por falar pouco ou cansativo por falar muito. Indica postura de bom discernimento aquele que sabe usar as palavras certas, com as pessoas certas, nos momentos certos. Cada consciência com que nos comunicamos tem um grau de informação, uma postura e um nível evolutivo de entendimento diferente, daí a necessidade de nos adaptarmos a com quem nos comunicamos. Se vemos alguém que fala com o corpo e mal consegue falar com a voz, detecta-se domínio emocional sobre o racional, é uma forma de imaturidade consciencial.
Pode-se dizer a grosso modo que tendo-se boa comunicabilidade, temos 1/4 do talento espiritual necessário a progredir em nosso natural processo evolutivo, já que a tetradotalidade espiritual é formada pela: intelectualidade, parapsiquismo, comunicabilidade e amor puro. Nos processos patológicos encontra-se grande entropia no processo da comunicação por exemplo o Autismo, transtorno do comportamento e pensamento em pessoas de pouca idade, afastamento do mundo, onde se entra em introspecção plena, acabando a comunicação com mundo exterior. Na esquizofrenia, há uma dissociação da personalidade onde um lado não se comunica com o outro.
Quem tem dificuldade de comunicação tem tendências a não conseguir trabalhar em equipe, acaba que este se afasta da equipe ou a equipe se afasta este. Quem vai ficando sozinho vai piorando a qualidade das decisões, vai perdendo a visão da realidade. Quem comunica-se bem, esclarece bem as consciências, quem comunica-se mal, confunde as consciências.
Numa forma sadia de comunicação não deve haver, contradição ou agressão. O comunicador que fala bem, mas fala muito, não sendo receptivo é um mal comunicador. Pode comunicar pela voz, pela escrita ou pelo teclado do microcomputador, mas em todas as formas exige-se boa elaboração do pensamento.
Algumas sugestões para nossos autoquestionamentos para terminar:
· Eu falo muito alto ferindo ouvidos?
· Eu falo muito baixo deixando dúvidas?
· Eu falo com as mãos, exacerbando as emoções?
· Eu falo muito e não dou brecha aos ouvintes?
· Eu falo demais ao volante criando riscos?
· Eu falo muito pouco e dou impressão de um monólogo do
outro?
· Eu falo olhando nos olhos dos outros?
· Eu falo com as emoções ou com o raciocínio?
Baseado em experiências pessoais.
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Communicability
Communicability is a fundamental factor in any consciousness anywhere and in any age. Communicability is known as a consciousness attribute of whom can make himself well understood, in a clear, balanced, objective way, with no tediousness for speaking little or tiring for speaking too much. He who knows how to use the right words, to the right people and in the right moment shows a good discernment position. Each consciousness that we communicate with has a degree of information, an evolutional position and level of different types of understanding, therefore there is the strong necessity for us to adapt ourselves to whomever we communicate with. If we see somebody who talks with his body and can hardly control his voice, we can see the emotional domain over the rational domain, this is a type of conscientious immatureness.
In a shallow way one can say that if there is good communicability, we have ¼ of the necessary spiritual talent to grow in our natural evolutional process, since the spiritual totality is formed by: intellectuality, parapsychism, communicability and pure love. In the pathological processes there is a great entropy in the process of communication, for example, autism, the upheaval of behavior and mind of young people, away from the world, where there is plain introspection, stopping communication with external world. In schizophrenia there is a dissociation in the personality where one side does not communicate with the other.
He who has difficulty in communication has a tendency not to work in team. In the end, either this one gets away from the team or the team gets away from him. He who is staying alone is making the quality of decisions worse, and starts losing the vision of reality. He who communicates well, will clarify the consciousnesses well, he who communicates poorly, will make consciousnesses confused.
In a healthy way of communication there should not be any contradiction or attacks. The communication who speaks well and too much is not receptive and a bad communicator. He may communicate through voice, writing, computer keyboard, but in all ways it is required to have a good elaboration of mind.
A few suggestions for our self-questionings, in order to finish this topic:
- Do I speak too loud and hurt people’s ears?
- Do I speak too low and leave doubts?
- Do I speak with my hands, exacerbating emotions?
- Do I speak too much and give no chances to listeners?
- Do I speak
too much at wheel causing risks?
- Do I speak too little and give the feeling of the other’s monologue.
- Do I speak looking in peoples eyes?
- Do I speak with emotion or rationalism?
Based on personal experiences.
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