Livro Estudos Espiritualistas - Desvendando os Caminhos

Autores: Ramatís (espírito)/ Dalton e Andréa de Curitiba

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1. Release

Um livro que aproxima a espiritualidade da ciência. Desmonta mitos, falácias, radicalismos, dogmas e ortodoxias. Uma obra de extrema coragem e ousadia, excelente para pesquisadores, iniciantes no assunto e grupos de estudos de mente e corações abertos. Abrange desde o básico até o avançado do espiritualismo.

2. Temas abordados

Experiências fora do corpo, Chacras, Aura, Parachacras, Tela Búdica, Nádis, Kundalini, Prana, Pranayama, Animismo x Mediunismo, Transe anímico, Incorporação, Passe, Passe a Três, Intuído x Inspirado, Ectoplasmia, Multidimensionalidade x Multidensidade, Portais Interdimensionais, Multiversos x Multidimensões, Corpo Astral, Mental, Cordão de Prata, de Cobre e de Ouro, Lastro do Projetor, Egrégoras x Holopensenes, Espiritualismo, Espiritismo, Universalismo, Autoconhecimento Consciencial, Multi, Trans, Inter, Pluri e Metadisciplinaridade, Conceito de Campo, Energia, Bioenergias, Relação Amor x Bioenergias, Práticas Espirituais, Projetivas e Bioenergéticas, Defesa pensênica, Consciente x Inconsciente, Id x Ego x Superego, Ego x Self, Alma x Espírito x Consciência, Estados Alterados da Consciência, etc. Física Quântica, Parapsicologia, Psicologia Transpessoal, Conscienciologia, Teosofia, Meditação, Antroposofia, Gnose, Rosacruz, etc. Técnicas bioenergéticas e projetivas passo a passo.

3. Descrição técnica

Tamanho 14 x 21 cm, 348 páginas, capa em quatro cores plastificada e com orelhas. Possui oito capítulos com linguagem fácil e notas de rodapé explicativas para facilitar o leitor.

 

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Extrato com 96 páginas do livro Estudos Espiritualistas de um total de 360 páginas em PDF

 
 

4. Descrição resumida

Apresentação do livro – Por Otávio Ulysséa e Neida Nerbass, fundadores, diretores e professores das FIES – Faculdades Integradas “Espíritas” <www.unibem.br>.

Prefácio do livro – Por Victor Rebelo, escritor, médium e editor da Revista Cristã de Espiritismo e da Revista Caminho Espiritual <www.rcespiritismo.com.br>.

Endossaram e colaboraram com a obra – Firmino José Leite, médium que incorpora Pai Joaquim de Aruanda <www.meeu.org>; Edvaldo Kulcheski, escritor, professor e palestrante espírita ativo <http://edvaldokulcheski.wordpress.com>; Saulo Calderon, projetor consciente e fundador do IVA – Instituto Viagem Astral <www.viagemastral.com>, Rafael Cury, Ufólogo, pesquisador, escritor e espiritualista <www.npubrasil.com.br> e Wagner Borges <www.ippb.org.br>.

Capítulo 1 – Conceitos Básicos - São 59 conceitos básicos para esclarecer desde o mais básico até o nível avançado.

Capítulo 2 – Técnicas Bioenergéticas - São quatro Técnicas Bioenergéticas descritas passo a passo.

Capítulo 3 – Técnicas Projetivas - São quatro Técnicas Projetivas descritas passo a passo.

Capítulo 4 – Dicas Rápidas - São 32 dicas rápidas que variam de 1 a 3 parágrafos.

Capítulo 5 - Leis Conscienciais e Bioenergéticas - São 3 artigos descrevendo diversas leis evolutivas.

Capítulo 6 – Distorções Religiosas, Técnicas e Conscienciais - São 54 distorções diversas, algumas ingênuas, outras irônicas e outras até engraçadas que são comuns, ou mesmo raras, em diversos meios específicos, citadas com elegância e sem citar a fonte de observação. Talvez a melhor parte do livro.

Capítulo 7 - Artigos Pertinentes - São cinco artigos grandes que sobrevoam dúvidas espiritualistas diversas que variam desde o amparo e a obsessão até as programações existenciais (dharmas ou projetos pré-reencarnatórios).

Capítulo 8 – Esclarecimentos Gerais - São oito textos esclarecedores abordando religião, fé, doutrina e ciência, perfazendo uma síntese bacana, agradável e prática.

Posfácio - Por fim, posfácio literal de Ramatís encerrando o livro.

Conclusão - O livro faz uma síntese universalista e navega por várias áreas tradicionais (ou não) do conhecimento espiritualista humano levantando questões, teorias e hipóteses. Questionando e refutando pontos em vários grupos. Desmonta falácias, mitos, misticismos e mistificações. Faz um meio caminho entre Ciência e Espiritualidade com enfoque não religioso, não dogmático, sem proselitismo, usando e abusando da técnica, do discernimento sem perder o foco do coração.

5. Notas da Contracapa

"Aos competentes Dalton e Andréa a nossa gratidão por elaborarem este oportuno ensaio, que é uma síntese de conteúdos fundamentais, sustentados em uma Filosofia Espiritualista e universalista, oportunizando a todos, mas principalmente aos iniciantes a entrarem em contato com conhecimentos até então para eles ainda desconhecidos." (...) Como escritores, colocam-se com humildade e propriedade para manifestarem, com coragem e também ponderação, questionamentos oportunos, esclarecimentos de dúvidas, discernindo com cautela conceitos de difícil compreensão, ao mesmo tempo sempre buscando expandir o saber e alargar fronteiras novas relacionadas ao conhecimento humano." - Octávio Melchiades Ulysséa e Neyda Nerbass Ulysséa - fundadores, diretores e professores das Faculdades Integradas “Espírita” de Curitiba - PR - www.unibem.br.

 

"Cristo nos disse que ao encontrarmos uma pérola de valor, devemos guardá-la. Neste livro há várias: guarde-as para si." - Firmino José Leite, médium de São Paulo, cujo mentor espiritual é o Pai Joaquim de Aruanda - www.meeu.org.

 

"Os temas são fascinantes e muito bem abordados. A espiritualidade está diante de nós, esperando para se abrir, mas para isto temos que ver com os olhos da alma. Quanto mais nós despertarmos para o espiritual, mais nós iremos criar uma completa visão do mundo. Nós descobriremos que tudo ao redor de nós tem importância. Assim poderemos descobrir a nossa missão, nós estamos aqui para compartilhar essas ajudas evoluindo e ajudando a humanidade evoluir para um novo nível de realidade. Na procura dessa missão nós podemos descobrir uma intuição, que nos mostrará o caminho e o que fazer. Este livro é um incentivo a todos que buscam um caminho, aos que buscam descobrir sua missão, aos que já estão trabalhando com a espiritualidade. E também aos que possam vir a trabalhar. Felizes os que se instruem e fazem dos seus conhecimentos alimentos saborosos para aqueles que anseiam por conhecer. Caros leitores, aqui está uma obra fantástica, um bocadinho de frutos do Saber sobre a Espiritualidade. E que tão bem Dalton e Andréa descrevem, de forma didática e em linguagem fácil nos convidando para novas e profundas reflexões." -  Edvaldo Kulcheski - Divulgador e palestrante espírita, coordenador do Curso "Mediunidade Sem Preconceito". Articulista em sites, jornais e revistas espíritas, notadamente na Revista Cristã do Espiritismo e do blog http://edvaldokulcheski.wordpress.com. Autor do livro "Materializações - Como Ocorrem".

 

"Não haverá futuro para nossa humanidade se ciência e espiritualidade não caminharem lado a lado. A grande pergunta está em sabermos o que a espiritualidade pode fazer pela ciência e o que a ciência pode fazer pela espiritualidade. Sem dúvida nenhuma a presente e brilhante obra de Dalton e Andréa figura no centro deste importante debate."

- Rafael Cury - Presidente da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB), fundador e diretor do Núcleo de Pesquisa Ufológica (NPU) e co-editor da Revista UFO. É membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e conferencista internacional - www.npubrasil.com.br.

 

"Esta original e maravilhosa obra vem preencher uma importante lacuna antes vazia. Converge estudos sobre as Viagens Astrais, bioenergias e espiritualismo em geral, abordando desde temas simples até enfoques complexos e sofisticados". - Saulo Calderon - Projetor consciente desde os 15 anos de idade fundou o IVA - Instituto Viagem Astral em Salvador - BA. Pesquisador, escritor e articulista para diversas revistas e sites da Internet neste assunto. Também é tecladista profissional e Web Designer - www.viagemastral.com.

 

"Está é uma obra universalista! Apresenta conceitos que podem ser encontrados em várias tradições espiritualistas, do passado longínquo (hinduísmo, por exemplo) à doutrinas codificadas por pesquisadores mais recentes (como o trabalho realizado por Kardec)". (...) "Para o pesquisador iniciante, é uma grande síntese dos principais temas espiritualistas. Ao pesquisador experiente, uma proposta que deverá convidá-lo a novas reflexões." - Victor Rebelo - Pesquisador espiritualista, universalista. Como editor, publica a Revista Cristã de Espiritismo e a Revista Caminho Espiritual. Já publicou a Coleção Religiões do Mundo, entre outros trabalhos. Ator e diretor de arte. Médium umbandista. www.rcespiritismo.com.br.

 

Conheça o livro: 

 

Sumário

Prefácio

Recomendações de leitores respeitáveis e idôneos

 

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6. Extratos do livro

6.1. Item 2, Capítulo 1 - O que é universalismo?

O universalismo vivido bate às nossas portas, querendo unir, de modo fraterno, igualitário e pluralista, os povos, as culturas e os costumes, derrubar bandeiras para proporcionar ajuda recíproca, enquanto outros guerreiam para fixar fronteiras ou para defender qualquer doutrina do “eu sou a verdade”, bairrista e separatista.

Se a tecnologia e a informática unem os povos pelo universalismo, também separam com o belicismo da Era da Eletrônica. O universalismo é supra tecnológico e suprapartidário, a partir de um processo natural da evolução, traça uma curva de crescimento impossível de se deter.

É preciso estar atento para as mudanças à nossa volta, aos jornais, revistas, cursos, cinema, teatro, universidades, e quaisquer novidades, para não se estagnar em medo de mudança (neofobia), em relação à qual arrisco uma porcentagem: 90% da humanidade praticam o lema – “o pior cego é o que não quer ver e não se enxerga”.

É de se surpreender à iniciativa pioneira corajosa e histórica de muitas personalidades, que só foram compreendidas décadas ou séculos depois. Caminharam sozinhos contra o fluxo da sociedade patológica, foram criticados, marginalizados, ofendidos e ridicularizados, porque foram mais capazes de enxergar muito além do horizonte, com maior visão de conjunto que seus pares e, por isso, foram incompreendidos em sua época.

Depois do amor[1] fraterno incondicional, o universalismo (àquele inerente) é a coisa mais rara deste planeta, mais difícil, polêmica e incompreendida. A maioria esmagadora de pessoas no planeta que se considera universalista, assim crê sem sê-lo. Qualquer pessoa que se condicione em apenas uma linha de pensamento não é universalista. Você pode participar de uma linha de pensamento sem se condicionar ou se escravizar a ela. Quando você se condiciona, fanatiza-se e vivencia sua plena imaturidade umbilical[2] (subcérebro abdominal).

Devemos ter a compreensão e o respeito pelas diferenças e opções evolutivas de cada um, sem desdenhá-las. Há vários nichos conscienciais, para diversos níveis de consciência, em nosso modesto orbe atrasado, hospital-escola, na beirada da galáxia. A propósito, segundo o Dicionário Aurélio, universalista é: (1) “Opinião que não aceita outra autoridade senão o consentimento universal”; (2) “Tendência para universalizar uma idéia, obra, sistema, etc.”

Ser universalista não significa concordar com as paixões, fanatismos e arrogâncias que proliferam como ervas daninhas por aí. Posso respeitar com razoável impecabilidade mental, mas discordar veementemente e de forma fundamentada. Temos a obrigação de esclarecer e destacar alguns níveis e patamares evolutivos, como exemplo: as pessoas que “acreditam” ou “vivenciam a certeza” da reencarnação e do karma tendem a serem mais lúcidas, maduras e avançadas, do que as que não aceitam esta “verdade”. Mas posso e devo respeitar estes sem desdém, arrogância, sarcasmo, orgulho e vaidade. O universalismo possui um pé no chacra coronário e outro no cardíaco, os dois chacras mais “entupidos” (subdesenvolvidos e negligenciados) do planeta[3].

Universalista é o que não necessita mais ser homo sapiens imitatus[4] ou homo sapiens institucionalis[5], ou seja, aquele que imita mecanicamente sua referência evolutiva imita sua postura, seu jeito de falar, de escrever e de se comportar (papagaio evolutivo, macaco de imitação), e o segundo, aquele que se limita à única linha de pensamento evolutivo (unidisciplinaridade evolutiva ou uni-evolutivo).

Universalismo é respeitar as verdades relativas ou absolutas de cada um, sem desejar impor a sua visão de mundo como a melhor. Verdade relativa superior é verdade absoluta. Verdade relativa que é eternamente de ponta é verdade absoluta (dogma).

Os despertos são vítimas dos sonâmbulos.

– Samael Aum Weor

As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?

A verdade sem humildade se torna uma caricatura arrogante.

– Mahatma Gandhi

 

6.2. Item 2, Capítulo 2 – Prática Bioenergética de limpeza e sutilização do duplo etérico e psicossoma

 

Posição: olhos fechados, sentado ou deitado, mas de preferência deitado.

Estado: relaxado e atento, sereno e alerta e sem devaneios.

Objetivo: limpeza do duplo etérico e sutilização do psicossoma.

Foco: todos os chacras e parachacras.

Precauções: providenciar não ser incomodado.

Horário sugerido: à noite ao deitar, mas pode ser praticado em qualquer horário.

Tempo previsto: 20 minutos, mas pode ser esticado a gosto e conforme a necessidade pessoal.

Características: o exercício parte do pressuposto que se está denso e sujo bioenergeticamente. Pode ser guiado por terceiros ou por si mesmo mentalmente depois de memorizada a prática.

Detalhes: o exercício poderá ser mais focado em determinado chacra conforme necessidade do paciente, e praticando deitado terá maior facilidade de mirar os flocos em cada chacra principal especificamente. Este exercício me foi passado intuitivamente por amigos espirituais em 18/07/2004.

 

Iniciando a prática

 

·       Relaxe e feche os olhos. Eleve os pensamentos, peça amparo espiritual. (pausa)

·       Exteriorize um pouco de bioenergias para o ambiente por alguns minutos por todos os seus chacras sem fazer força.

·       Seu corpo é todo de material translúcido, semitransparente.

·       Imagine seu corpo todo manchado por dentro e por fora de nódoas pretas, cinzentas, marrons, verde musgo, etc.

·       Ele exala uma aura escura da mesma cor.

·       Nem por isto você se sente mal. Estas são como nódoas ou manchas kármicas e bioenergéticas que você trás de outras vidas e mais as que adquiriu nesta.

·       Você está sentado/deitado numa cadeira/cama branca. Imagine vários espíritos de Luz em volta de você. Para sucesso do exercício é absolutamente necessário sinceridade, humildade, vontade intensa de se melhorar e trilhar um caminho de bem.

·       Há alguns equipamentos extrafísicos no alto que você não compreende e nem é necessário. Há um tubo que logo soltará do alto alguns flocos de energia branca, que parecem algodão etérico.

·       Sua vontade sincera neste exercício vai liberar de você um quantum de bioenergias, que os amparadores reutilizarão para processar os flocos de energia.

·       Lembre-se, seu corpo é de vidro, mas não é sólido, ele é etérico. Ele será coberto e atravessado pelos flocos, a fim de limpá-lo.

·       Relaxe, mas concentre-se! Você continua de olhos fechados sentindo-se bem.

·       Seu corpo está escuro conforme descrevemos antes, e os flocos são brancos e semitransparentes.

·       Os flocos começam a absorver suas energias densas, sujas e deletérias. Enquanto isto acontece, seu corpo começa a clarear e os flocos a escurecer. Seu corpo vai ficando claro, transparente e luminoso e os flocos escuros até sumirem.

·       Mais flocos continuam a cair.

·       O tubo vagarosamente vai derramando mais e mais flocos por sobre seu corpo.

·       Você vai sendo recoberto por uma montanha de flocos limpantes e inteligentes.

·       Seu corpo torna-se um corpo de luz fulgurante da cabeça aos pés. Você é uma potente lâmpada fluorescente viva, leve, suave e semitransparente.

·       Seu corpo está tão limpo, claro e leve que começa a flutuar.

·       A luz que emana de você ocupa todo o ambiente e jorra em todas as direções. Expande-se aos limites da sala, quarto ou salão em que se encontra, e continua a crescer até iluminar todo o planeta.

·       Permaneça o tempo que desejar. Se fizer deitado será melhor ainda e poderá dormir em seguida.

·       OBS.: Esta prática poderá ser visualizada no CD multimídia Práticas Bioenergéticas Volume I dos mesmos autores. Vide www.consciencial.org.

 

***

6.3. Item 1, Capítulo 3 - Prática Projetiva - Técnica do relaxamento muscular

 

Posição: deitado em decúbito dorsal (barriga para cima).

Estado: relaxado e sem qualquer ansiedade.

Características: criar um relaxamento profundo em todo corpo, na mente, no duplo etérico para facilitar o desprendimento do psicossoma. É extremamente importante se despir do estado de ansiedade, tanto nesta como em todas as práticas a fim de obter melhor êxito nas projeções. A fim de relaxar o máximo possível você poderá tomar um banho quente antes e colocar uma suave música de fundo. O objetivo é relaxar o corpo e trabalhar as bioenergias. Quanto mais trabalhadas, mais fluidas ficarão, facilitando as saídas do corpo.

 

Iniciando a prática

 

·       Prepare seu caderno de anotações de cabeceira.

·       Não esteja de estômago cheio.

·       Use roupas largas e macias sem excesso de cobertas.

·       Não cubra a cabeça jamais.

·       Não deite-se pensando em apagar, mas em relaxar mantendo a mente alerta.

·       Leia alguma coisa sobre projeção.

·       Faça um relaxamento, mas não cochile e nem durma, senão perderá o exercício.

·       Dinamize sua força de vontade multiplicando por 1000 o desejo de se projetar sem alimentar ansiedades.

·       Circule as bioenergias faça uma prática bioenergética durante uns 15 ou 20 minutos.

·       Exteriorize energias em seu ambiente com fartura, por uns 15 minutos.

·       Evoque seu amparador pessoal e peça ajuda com humildade e sinceridade.

·       Você pode alternar diversas vezes entre exteriorizar energias e a mobilização básica de energias[6].

·       Por fim relaxe profundamente sem devanear, e procure permanecer neste estado sem dormir e sem criar tensões o maior tempo que puder, ou seja, entregue seu corpo, mas não entregue a mente.

·       Boa noite, boas projeções!

 

6.4. A Ironia do Materialismo

Para aqueles que crêem, nenhuma explicação é necessária, para aqueles que não crêem, nenhuma explicação é possível, mas para os que vivenciam, não há necessidade de convencer ninguém e nem de ser convencido do contrário. Ser materialista é ter um dogma sem comprovação científica. A ciência não é o fim, é o meio.

Os sábios possuem muitos porquês e poucas respostas, os "sabidos" possuem muitas respostas e poucos porquês.

Duvidar, negar ou acreditar simplesmente é pura ignorância, o saber consiste na mente e coração abertos na expectativa de novas possibilidades.

A ironia do materialismo é que não existe nenhuma prova científica da não existência de Deus, que a consciência morre junto com o corpo físico e de que a reencarnação e o karma não existem. Portanto, o materialismo é um dogma, uma crença, um ato de fé, uma atitude mística, folclórica, que só comprova o estreitamento das mentes que a comportam. Quem realmente é racional, lógico, inteligente, coerente, questionador, não é escravo de crença, dogma ou misticismo, e, portanto, deve questionar o materialismo, tal qual o espiritualismo (ciência).

Existem muito mais evidências, possibilidades, perspectivas, teorias, hipóteses, axiomas históricos, culturais, geográficos e estatísticos  que tendem a sugerir a reencarnação, as experiências fora do corpo, o karma, a continuação da existência da consciência em outras dimensões que o contrário.

Não há e nunca haverá meios ou formas de provar e comprovar a espiritualidade de forma científica como desejam os céticos e os materialistas da atualidade (2008). Esta realidade é um artifício evolutivo como uma prova ao fim de ano, para avaliar os estudantes.

Para a humanidade sair de uma era e entrar em outra mais avançada (passar de ano), não poderá ter a comodidade de encontrar uma prova científica contundente e irrefutável, alheia, fora de si, de sua consciência e seu coração. Enquanto estes indivíduos não comprovarem por si mesmos, através de competência pessoal consciencial, esta condição humana natural, fisiológica e parafisiológica, irão continuar a repetir o ano da evolução na serialidade das reencarnações. 

Não há como demonstrar provas materiais e físicas de eventos espirituais e metafísicos por causa da limitação dos equipamentos e das limitações dos métodos – paradigma. Um dia a Terra já foi quadrada. Se existirem “provas científicas” elas não serão como querem alguns céticos e cientistas, mas como devem ser, obedecendo as Leis Naturais e não a nossos umbigos tacanhos.

Noventa e nove por cento de todos os eventos de nossa vida não são e não podem ser provados cientificamente, como por exemplo, o amor, a amizade, a ética, os valores humanos, os fenômenos paranormais, etc.

As últimas descobertas da Física Quântica sugerem  a possibilidade da “sustentação” do universo por uma Inteligência Superior onisciente, onipotente e onipresente, a qual não compreendemos. A pior fé é a que nega os fatos: é a ciência sem consciência. Se a ciência é uma forma de estudar isenta, já os cientistas não o são. O observador de um experimento é ele mesmo uma das variáveis. Estes possuem suas preferências, tendências, mentalidade e dogmas pessoais. Como posso ser um cientista ortodoxo e racional 8 horas por dia dentro do laboratório e cultivar uma fé (algo não científico) nas missas ou cultos de domingo? Ou sou racional em tudo ou sou místico em tudo! Discernimento não tem hora! Não está apenas na mente, mas também no coração!

A maior parte das nossas decisões é tomada inicialmente em razão do que sentimos ou acreditamos.

– Mark W. Baker.

Existem duas vertentes da ciência, a materialista e a espiritualista. A vertente espiritualista tem ganhado um grande campo e já influencia até a OMS – Organização Mundial de Saúde. O Manual de Psiquiatria da Associação Americana de Psiquiatria já pede para o médico olhar com cuidado aquelas pessoas que dizem ver e ouvir espíritos, para fazer o diagnóstico diferencial do surto psicótico, para aquilo que as universidades italianas vêm chamando fenômeno mediúnico. A vertente espiritualista tem ganhado terreno. Em futuro bem próximo o espiritual terá o seu lugar de destaque nas academias de ciência. O contexto sócio-cultural humano não é patologia e nem fraude, é realidade.

O cinismo e o sarcasmo dos céticos, que não acreditam (fé) em algo maior além da matéria (na verdade não percebem – cegueira consciencial), só revela o vazio e a infelicidade com que se encaram ao deitar e ao levantar todos os dias, ao se defrontarem no espelho com um corpo que acreditam sem alma. Vivem uma vida vazia e sem sentido, encarando o inferno de terem que conviver consigo próprios, sem maiores perspectivas, apesar de negarem o fato. É o “inferno” portátil que os segue aonde vão, criado por suas mentes e arrastado como um fardo por seus corações, apesar do sorriso, do sucesso material e das boas relações sociais.

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Penso, logo existo. Não penso, logo nego.

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Assim como a fé/crença não prova nada,

a negação também não refuta nada.

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Não existe inteligência, mas tão-somente a percepção da verdade.

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Institucionalizar uma idéia faz perder o foco, a qualidade original.

As verdades são exclusivamente pessoais, em nível não-científico.

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A única coisa que diferencia o científico do não científico é o leque da realidade considerada, e não o que é considerado

prova laboratorial.

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Se Deus ou alguma lei divina metafísica e regulamentadora de nossos atos falhos não existe, então tudo podemos, todas as teorias para defender o bom caráter, a boa moral, o amor e fraternidade perecem.

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Divulgar ciência é fácil, fazer ciência é difícil,

praticar consciência é mais difícil ainda.

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Embora para a ciência a experiência pessoal do místico seja

considerada crença, para o místico a ciência, como se pratica

no século XXI é considerado dogma.

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Sua dúvida não abala a minha certeza; se minha certeza incomoda a sua dúvida, corra VOCÊ atrás.

– Wagner Borges, projetor e pesquisador.

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Apesar do grande progresso tecnológico, ainda não temos aparelhagem capaz de retratar com fidelidade a importância do corpo energético no contexto dos vários veículos físicos e extrafísicos e na manutenção da vida somática. Desse modo, o recurso mais utilizado para fazer pesquisas, ainda está no âmbito da clarividência e das projeções conscientes, ficando, portanto, nos limites da subjetividade. Não é porém, motivo para invalidar os experimentos.

– Roberto E. Silva / Ilza Andrade Silva, em Diagnóstico Bioenergético – Pesquisa Através da Clarividência, Ed. Universalista, p. 11.

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 [...] A paixão pelo racional é como toda fé, algo irracional.

 

[...] esta questão das ‘provas’ merece um maior discernimento. Se a dúvida é do outro, que não teve a experiência íntima, seria ele quem deveria procurá-la, dentro de si (pois é íntima), e não no relato e demonstração do outro.

 

Penso também que todas as ‘provas’, se houvesse, seriam refutáveis, uma vez que, como demonstrações externas de algo que ocorreu em nível consciencial, sempre poderiam ter QUAISQUER outras explicações igualmente externas.

– Lázaro Freire, comentando a comprovação científica das experiências fora do corpo físico.

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O ceticismo existe porque o cético é ignorante e a consciência adormecida é ignorância.

– Samael Aun Weor, em Normas para o Despertar da Consciência.

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Enquanto a ciência ocidental ainda se debate para encontrar explicações para fenômenos como os meridianos da acupuntura, o despertar da Kundalini e a fotografia Kirlian, os yogins continuam explorando e desfrutando da pirotecnia do corpo sutil, como têm feito há centenas de gerações. Algumas de suas idéias já fertilizaram as atuais pesquisas pioneiras que se fazem sobre a bioenergia, e, em minha opinião, será somente uma questão de tempo até que o novo paradigma científico crie um modelo amplo dos campos bioenergéticos, que nos ajudará também a compreender e a adquirir domínio sobre algumas das práticas mais estranhas [...].

– Georg Feuerstein, em A Tradição do Yoga (São Paulo: Pensarem, p. 428).

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O ridículo que os espíritas têm sofrido não parte senão daqueles que não têm o interesse científico e a coragem de fazer algumas investigações antes de atacarem aquilo que ignoram.

– Cromwel Varley, da sociedade Real de Londres, engenheiro descobridor do condensador elétrico.

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Sei hoje que é possível ter experiências interiores fora do pensarem lógico e que este último pode ser utilizado depois da experiência.

– Pierre Weil

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O que não enfrentamos em nós mesmos encontraremos como destino.[...]

Tudo o que aprendi levou-me, passo a passo, a uma inabalável convicção sobre a existência de Deus.

Eu só acredito naquilo que sei. E isso elimina a crença.

Portanto, não baseio a Sua existência na crença ... eu sei que  Ele existe.

– C.G. Jung, Entrevistas e Encontros; ed. Cultrix.

 

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'Se o homem errado utilizar o método certo, o meio certo operará errado'. Este ditado popular da sabedoria chinesa, infelizmente verdadeiro, contraria a fé que professamos no método ‘certo’, sem levar em conta o indivíduo que o utiliza.  A facciosidade e/ou o dogmatismo do cientista, pode invalidar a experiência.

 

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A percepção do desconhecido é a mais fascinante das experiências. O homem que não tem os olhos abertos para o misterioso passará pela vida sem ver nada.

– Albert Einstein de Max Wulfant (1879-1955)

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Stanislav Grof, autor de A Mente Holotrópica (Editora Rocco, 1994, 280 p.), líder de pesquisas no Centro de Pesquisas Psiquiátricas de Maryland e professor-assistente na Escola de Medicina da universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, considera que "as movê-las pesquisas sobre a consciência lançam luz nova sobre a questão da sobrevivência da consciência depois da morte". Mas, adverte Grof, “para isso é preciso rever a postura da grande parte de pesquisadores científicos não habituados a essas evidências e que, por isso mesmo, preferem ignorá-las.”

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O problema é quando a ideologia leva à distorção e manipulação de dados e a defender interpretações que violam as limitações do método utilizado. O que para um é uma ideologia razoável, para outro pode ser fanatismo ou falta de treinamento científico.

Alvarado, Carlos (1991).  Aspectos ideológicos de la parapsicologia Revista Argentina de Psicologia Paranormal, 2, No. 1, pp-7-14

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(...) Pelo contrário, depois de quarenta anos de conversar com pessoas que vieram a mim assustadas ou molestadas por causa de suas próprias faculdades psíquicas, inclino-me a crer que o caso espontâneo de psi tem um lugar comum entre a gente menos crítica de nossa sociedade. Em conseqüência, suspeito que os cientistas que negam que o fenômeno psi contribua de forma significativa à sempre crescente brecha entre essa pequena minoria que crê que sua visão da realidade está baseada no racional e que uma vasta maioria de nossos cidadãos não podem distinguir entre o racional e o irracional e conhecem só a realidade da experiência.

McConnell, R. (1992). Os inimigos da parapsicologia. Revista argentina de Pesquisa Paranormal, 3(1), (pp. 7-19).

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Dois computadores conversando:

_ Você acredita que o homem existe?

_Não! Sou pragmático e racional!

 

Gêmeos no útero:

_Você acredita em vida após o parto?

_Não! Ninguém jamais voltou para contar.

 

Duas pulgas num cachorro:

_Você acredita que possa haver pulgas em outros cães?

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Pessoas pragmáticas, tridimensionais ou meramente racionais, pensam linearmente (racionalismo), enquanto que os não-pragmáticos pensam de forma complexa, multiplexada, transmental (Paradigma Consciencial).

 

Os materialistas, pragmáticos e racionais são como uma família de peixinhos dentro de um aquário. Eles não percebem que vivem dentro de um líquido, que, por sua vez, está dentro de um aquário, que, por sua vez, está em outro ambiente. Seu universo está limitado ali, no espaço imediato a sua volta. Quando um dos peixes dá um salto maior e vai além da superfície da água (equivale a uma expansão da consciência nos humanos), consegue ver o ambiente em volta (o aquário, a água e os outros peixes lá dentro) – muda toda sua perspectiva de enxergar e entender o universo. O peixe que deu o salto, recontextualizou sua situação original e transformou sua visão da realidade.

***

As investigações parapsíquicas só terão sucesso quando a mola propulsora que impulsiona os pesquisadores for o amor à verdade e não ao próprio ego.

Bábaji (espírito) – por Wagner Borges

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A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas, em tempo algum, soube como convém saber. Assim também, na esfera individual, o homem apenas cogita saber, esquecendo que é indispensável saber como convém.

Emmanuel – Livro Vinha de Luz, por Chico Xavier.

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Com a morte do deus cristão, anunciada por Nietzsche, pressentida por Kant e realizada por Schopenhauer, um novo panteão de divindades se apresentou à humanidade. O Dinheiro ocupou, despudoradamente, o local principal do altar, sendo seguido pelo Consumismo, pelo Individualismo, e por divindades 'menores', como o deus-carro, a ciência, a tecnologia e a propaganda. São nossos ídolos, nossos totens, nossas esculturas divinas - nossas murtis.   - Sobre o papel do Yoga na sociedade contemporânea; Goura Nataraj Das;

<http://www.yoga.pro.br:80/artigos.php?YogaId=f8f51c42241fff087fa8f2cba52e2a40&cod=707&secao=3019> jan/2008

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Sejam as religiões, as ciências, as neo/paraciências, as filosofias, o pragmatismo, o ceticismo e vários sistemas de negação, não importa, são apenas ferramentas que utilizamos para lidar e relacionar com o mundo, cada qual crendo que existe uma verdade objetiva, externa e última. Todos flutuam sobre um princípio subjacente de organização.

São sistemas cognitivos adequados a cada psique, ao nível de cada grupo. Sabe-se hoje que não existe uma realidade última, mas tão somente uma percepção relativa desta, estabelecida por associação a referenciais. Quero dizer que o "vermelho" que eu enxergo não é o mesmo que você "enxerga". O que criamos são modelos e não a realidade. O observador observa o observado em uma perspectiva de in-terno e externo, ambas incompletas (objetividade) e na verdade o que existe é a intersubjetividade, a inter-relação e o processo, que a Física Quântica já descobriu.

Quando cito um átomo, vêm a nossa mente aquelas bolinhas (elétrons) flutuando em volta de um núcleo central. Na verdade o átomo não é assim, este é apenas um modelo. Isaac Newton não descobriu a gravidade, ele apenas a observou de outro modo, a interpretou e desenvolveu cálculos que podem prever a queda das maçãs e o movimento dos corpos. Quando Newton criou as fórmulas ele criou um modelo. Quando cito a reencarnação vem à mente um espírito entrando num óvulo, mas isto é apenas um modelo.

Tudo é muito amplo e os modelos científicos são diferentes dos modelos psíquicos (religiosos, filosóficos, espirituais, céticos). O que regula o primeiro é o paradigma e o segundo é se tornar feliz e evoluir.

Os grupos criam os seus modelos e os adoram apaixonadamente como verdade última ou de ponta e é até natural que recusem e/ou neguem os modelos alheios. O modelo mais complicado me parece o ceticismo, que não cria modelo nenhum a não ser o "modelo" de negar todos os outros. Ceticismo não é ciência, que mesmo num paradigma falido possui bons modelos.

A realidade não sabemos o que é, e na verdade não interessa, o que importa é nos relacionarmos bem com ela. Se relacionar bem é admitir a possibilidade de novos modelos e a coragem de abandonar os antigos por mais incômodo que isto pareça.

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Só porque algo é inverificável não o torna impossível. Negar não é verificar. Se tudo é possível, tudo é verificável... Nem que seja por meios não cognitivos.

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Deus é o arquétipo do Cosmos ou o Inconsciente Sideral.

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Se neste exato momento se fossem comprovados cientificamente de forma irrefutável todos os fenômenos espirituais / psi / conscienciais, não adiantaria e nem mudaria nada. Cada qual iria continuar acreditando no que quisesse. Materialistas e céticos continuariam a duvidar, espiritualistas continuariam a “acreditar”, cientistas de outras correntes continuariam a não pesquisar e/ou refutar e o fluxo da vida seguiria normalmente.

A ciência do século XXI neste planeta é bancada por grupos financeiros, militares e religiões, cada qual defendendo seus mercados egoístas. As pesquisas isentas de grupos independentes estão à margem da sociedade consumista e fútil que não se preocupa com a cultura e com os valores humanos.

A ciência e a descoberta dos campos de energia que incidem em nossa rotina do dia-a-dia, não são mais misticismos. Está cada vez mais fácil discernir o que é patológico do sadio, o bem do mal, a saúde da doença. A sociedade frívola, fútil e mesquinha terá que repensar seus valores e reprocessar seu egoísmo.

É o meio caminho que indica que os valores humanos terão que ser incorporados em toda a sociedade, a despeito de políticas, economias, religiões ou filosofias. Está despontando um novo paradigma que iniciou há cerca de um século e lentamente está sendo assimilado PT sociedade.

Aos que pedem provas dos eventos psi, metafísicos e conscienciais, sempre de foro íntimo, embora às vezes com manifestações externas - sistema objetivo (como a ectoplasmia, por exemplo), talvez sejam eles que devessem provar que estes eventos não existem, mesmo que fosse só para si – sistema intersubjetivo.

Esperamos que em futuro próximo a ciência tenha ciência da Consciência e então poderá ser chamada Cons-Ciência.

Antes que fossem lançados os cimentos da terra, Tu eras, e quando a chama subterrânea rompa sua prisão e devore a forma, ainda serás Tu, como eras antes, sem sofrer mudança alguma, como quando o tempo não existia. - O Rig Veda

– Os Autores

7. Links para conhecer melhor o livro

 

Sumário do livro: http://www.consciencial.org/estudos_esp/livro_estudos_espiritualistas_ramatis_sumario.doc

Prefácio: http://www.consciencial.org/estudos_esp/livro_estudos_espiritualistas_ramatis_prefacio.doc

Recomendações:

http://www.consciencial.org/estudos_esp/livro_estudos_espiritualistas_ramatis_recomendacoes.doc

Depoimentos:

http://www.consciencial.org/depoimentos.htm

Capa do livro:

http://www.consciencial.org/novoformcompras/Estudos-espiritualistas01.jpg

http://www.consciencial.org/novoformcompras/Estudos-espiritualistas02.jpg

 

Sem mais agradecemos,

ISC - Instituto de Sensibilização Consciencial - trilhando os caminhos da mente e da técnica sem perder o foco do coração.

Professores Dalton Campos Roque e Andréa Lúcia da Silva - http://www.consciencial.org - Dúvidas ligue (41)-3569-6216 ou passe um e-mail para: isc(arroba)consciencial.org.

 


 

[1] A expressão “amor fraterno” ou mesmo incondicional é uma redundância, o óbvio é o que o amor seja fraterno, desprendido, incondicional, etc, mas as pessoas utilizam tanto a palavra amor para designar sexo, paixões desvairadas, egoísmo, que temos de ser redundantes.

[2] As emoções densas e atrasadas são frutos da imaturidade umbilical relativas ao chacra da barriga pouco acima do umbigo (chacra umbilical), também chamado de subcérebro abdominal.

[3] Para entender melhor esta expressão prossiga na leitura.

[4] É uma alusão aos grupos onde os alunos / fiéis / voluntários imitam seus mestres, pastores, gurus, epicentros conscienciais, iguais a macacos de imitação.

[5] É uma alusão à necessidade que as pessoas têm de seguirem alguém, algum grupo, instituto, mestre, epicon, etc, devido a sua insegurança evolutiva, falta de conhecimento físico e extrafísco por não beberem de fonte espiritual por si mesmas (não beberem da fonte extrafísica).

[6] Esta prática poderá ser visualizada no CD Práticas Bioenergéticas Volume I dos mesmos autores <www.consciencial.org>.

 

Esclarecimentos importantes

1. Embora este volume não numerado faça parte da coleção “Estudos Espiritualistas” com quantidade de livros indeterminada, você pode adquirir qualquer um deles, pois não há seqüência numérica ou cronológica no conjunto das mesmas. São por enquanto: Estudos Espiritualistas – Desvendando os Caminhos; Estudos Espiritualistas – Expandindo a Consciência (em andamento); Estudos Espiritualistas – Desmistificando Ilusões (em andamento). Os próximos ficam a ver. Estes três primeiros possuem os mesmos capítulos e obedecem ao mesmo estilo, formato e modelo, mas modifica-se o conteúdo.

2. Utilizamos diversos termos e jargões de diversas linhas evolutivas (universalismo, interdisciplinaridade), incluindo-se as religiões e as “neociências”. Isso não significa que somos vinculados a ou tenha-mos compromisso com qualquer uma delas. Somos livres-pensadores.

3. Esta obra está repleta de paradoxos. Esses paradoxos foram e são necessários para que o leitor transcenda o racional, sinta, capte e perceba o transracional das idéias espirituais avançadas e complexas, que, ao “descerem” para cá, tornam-se paradoxos.

4. Ao fim da leitura da obra o leitor poderá questionar: este livro contém muitas críticas (...). Mas nós os autores refutamos: a crítica pos-sui teor pessoal e/ou emotivo, e não é o caso desta obra. Dignamos-nos apenas a esclarecer. Não “criticamos” grupos, instituições, doutrinas ou métodos, porém desconstruímos algumas idéias, posturas, abordagens, falácias, expressões, proselitismos, fanatismos e vaidades, numa postura cosmoética baseada no melhor respeito da admiração-discordância. Antes de tudo possuímos nossa própria bagagem de autocrítica também.

5. Este livro não é somente uma psicografia (obra ditada por espírito desencarnado à médium escrevente), mas um trabalho em conjunto, realizado com várias mentes e corações, dos autores intrafísicos e dos autores extrafísicos sempre presentes – uma pangrafia , portanto. Não contém apenas respostas prontas expostas como verdades por um espírito superior. Contêm perguntas, hipóteses, teorias e dúvidas também. As idéias contidas nesta obra são orientadas por Ramatís e sua equipe, que às vezes utilizam Dalton para escrever e às vezes ge-renciam suas idéias anímicas e até mesmo textos de terceiros. Assim optamos por não localizar assinaturas específicas nos textos, mas nos referirmos à “equipe”, cuja fazem parte nomes que conhecemos e nomes que desconhecemos (oficina extrafísica).

6. Sabemos que é possível encontrar convergências, paralelos e divergências em alguns pontos entre os diversos médiuns de Ramatís. Não nos preocupamos com isso e nem vamos forçar a barra para nos adequarmos ao que já é consensual e ao que é considerado verdade absoluta por alguns. Mesmo que discordem, eu, Dalton, seguirei o que manda meu coração, no intuito de procurar ser fiel ao que aprendi em curso intermissivo recente, ao que me ensinam fora do corpo e ao saudável discernimento da mente e coração abertos, sem medo e sem preconceito – universalismo. Não sigo estereótipos e nem copio estilo, postura, linguajar ou conduta (não sou filiado ou tenho rabo preso com linha, doutrina, instituto, linguajar, estilo ou grupo nenhum).

Há quem diga: “Para uma obra ser do espírito fulano de tal, tem que ser assim ou assado”; mas não quero tornar Ramatís escravo de sua personalidade do passado ou engessá-lo num estilo padrão para convencer os leitores. Seria conveniente do ponto de vista comercial, mas não seria ético e muito menos cosmoético. Meu compromisso é com as idéias avançadas e não com os preconceitos e limitações sociais.

A seguir transcrevo um trecho ipsis literis de Wagner Borges (também médium de Ramatís) que questiona os fanáticos e cegos adora-dores do mesmo em função de seu trabalho:

(...) Será que essas pessoas que se dizem tão conhecedoras do trabalho de Ramatís (muitas só leram, nunca o viram, mas se acham capazes de avaliar espiritualmente o trabalho alheio) não têm condições espirituais de perceberem o selo universalista e espiritualista dele em textos assim? Será que elas esperam o mesmo estilo an-tigo de perguntas e respostas dos textos passados há quase cinqüenta anos?

Será que elas imaginam que sensitivos são clones e que devem ter o mesmo estilo de escrita dos sensitivos anteriores? Será que elas não sentem o perfume espiritual inserido nas idéias passadas?

Estarão elas mais preocupadas com o estilo de escrita ou com as opiniões do sensitivo do que com o teor dos textos? (...)

7. Quero salientar que todo e qualquer erro é única e exclusivamente meu, do Dalton, o autor encarnado, intrafísico, anímico consciente, parceiro dos espíritos, pesquisador e responsável pela qualidade geral da obra, participando nas opiniões e decisões didáticas de forma lúcida e anímica. A irreverência do trabalho também é minha. A medi-unidade inspirada (que todos tratam por intuitiva) obriga ao médium mais tato e mais cuidado. Não me faço de rogado, sou responsável, sim, pois eu sou uma consciência, penso, raciocino, erro e acerto também. Ainda ressalto que qualquer trabalho espiritual possui uma oficina extrafísica, e mesmo que apenas um espírito se destaque ou apenas ele "assine" a obra através das mãos do médium, sempre há outros por detrás. Conforme a qualidade e o universalismo do trabalho, essa equipe aumenta exponencialmente.

Qualquer erro, omissão, exagero, incoerência ou distorção é de responsabilidade individual de uma única consciência intrafísica: Dalton Campos Roque. Não deve ser atribuído a ninguém mais. Não sou perfeccionista. Por isso ainda consigo produzir alguma coisa.

Qualquer coisa que escrevo, serve primeiramente para mim, ou seja, é e sempre será uma enorme autocrítica severa e sincera. Eu, como escritor e mero instrumento espiritual (peão interdimensional, tarefeiro existencial), não me sinto e nem sou evoluído. Muito pelo contrário! Sou uma pessoa densa e primária, lutando intimamente e, antes de tudo, tentando melhorar a mim mesmo. Uma tarefa espiritual legal não me torna evoluído ou melhor que outras pessoas, sejam elas materialistas ou espiritualistas. Você não é o assunto que você estu-da. Isso não é falsa modéstia e nem autocomiseração. É fato consumado e sou lúcido disso. É preferível ser um “atrasado” que arregaça as mangas a ser um “adiantado” que apenas julga, critica e condena.

8. Se não sou tão belo e perfeito quanto às coisas boas que escrevo, pelo menos estou correndo atrás e tentando fazer alguma coisa. Me-lhor que ficar sentado de braços cruzados me lamentando na inércia consciencial, ostentando dharma ou apenas lendo e criticando os outros, para me enganar e achar que sou melhor que eles. Há muitos autores que escrevem coisas maravilhosas que ainda insistem em dizer que praticam aquilo tudo. Eu não acredito!

Não há como eu me esconder atrás de uma mesa, de uma capa de livro, de um teclado ou da assinatura de algum espírito. Minhas ener-gias me revelam e me entregam aos amparadores, aos obsessores e aos sensitivos lúcidos. Eu sou o que sou, nem melhor e nem pior, e meus defeitos não diminuem minhas virtudes e nem anulam minha competência. Ninguém nasce com manual de instruções e o crescer envolve o fazer errado. Portanto, tentar é questão de auto-ética, auto-respeito e autocompaixão sem autopiedade.
Não preciso ser uma pessoa super evoluída (guru, mestre, santo, epicentro consciencial, etc.) para fazer um bom trabalho, nem ser perfeito para escrever coisas sadias, mas tenho que ter a responsabilidade de procurar me melhorar todos os dias e de me expor com seriedade.

9. Para quem não acredita que este livro tem a participação de Ramatís e seus amigos:
• Este livro não é uma psicografia ditada: sou tanto médium inspirado, quanto animista consciente.
• Não é só Ramatís que participa do livro. São diversos espíritos universalistas marcando presença;
• Não sou “Ramatista” ou adorador fanático de Ramatís; sou universalista e trabalho para o bem e com quem for do bem, com qualquer um.
• Não imito o estilo de ninguém; meu estilo é mais técnico e menos religioso, procurando fazer um meio caminho entre ciência e espiritualidade, dentro de minhas modestas possibilidades;
• Em último caso, esqueça tudo isso, veja o conteúdo e observe se presta, independente de quem o assina;
• Leia o livro sem limitar ao que está escrito em sua literalidade, procure focar mais nas idéias;
• Para você que me critica e deve estar fazendo bem melhor que eu, então lhe desejo boa sorte. Se você não pode aprender comigo, eu posso aprender com você – fundamentalismo não é racionalidade.

10. Que me desculpem os tímidos, não consigo deixar de ser ousado. Que me desculpem os velhos ortodoxos e os neo-ortodoxos, não consigo deixar de refutar coisas velhas, coisas novas, coisas velhas disfarçadas de novas, falácias e inculcações sutis. Assim, ouso mais, me arrisco mais e também errarei mais, procurando um custo-benefício evolutivo “menos pior” para mim, que sou uma consciência ainda pouco evoluída, franca e sem muitas “papas na língua” ou travas na caneta/teclado.

11. Ofereço minha “cara a tapas”, mas antes de me bater, questione a si mesmo. “Quem tem telhado de vidro, não deve jogar pedras no telhado do vizinho”. Atire a primeira pedra quem não possuir pecados ou karmas ruins.

12. Não somos escritores de livros comerciais. Somos propositores de idéias e agentes do esclarecimento desinteressado. Há livros que geram lucros e livros que expandem a consciência. Nossa proposta é a segunda. Se você não possui coragem para mudar, não leia este livro!

13. Para os que foram ou são de nossa roda de relacionamentos pessoal: Se nós (Dalton e/ou Andréa) cometemos algum erro com você ou o magoamos, pedimos perdão. Se você nos ofendeu ou magoou, está perdoado. A vida é contínua e o tempo (mesmo que ilusório) não perdoa ninguém. Tocamos o barco sem olhar para trás.

Oferecemos a você a Oração da Gestalt, do psiquiatra Frederick Perls :

Eu faço minhas coisas, e você faz as suas. Eu não estou neste mundo para viver as suas expectativas. E você não está neste mundo para viver as minhas. Você é você, e eu sou eu, e, se por acaso, nós nos encontrarmos, será ótimo. Se não, nada se pode fazer.

Quando assumimos a responsabilidade por nós mesmos, nossas vidas, nossas mazelas e felicidades, somos obrigados a perdoar as pessoas que nos “ofenderam”, pois a desculpa que antes utilizávamos para acusá-los, retorna para nós mesmos. A melhor "vingança" é perdoar. Se o defeito de outrem o ofendeu, é problema seu; se o defeito de outrem tentou o ofender e não conseguiu, é problema dele.

14. Este livro é uma produção independente, paga com recursos do bolso de modestos autores e apoiadores. Ela só foi possível graças à ajuda financeira das pessoas citadas na seção de agradecimentos e de voluntários que sem cobrarem nada, mesmo modestos e muito ocupados, cederam de muito boa vontade seu precioso tempo.

Alguns doaram, outros emprestaram e outros compraram e pagaram adiantado um livro que não havia prazo para ficar pronto, acreditando na promessa dos autores. É muita confiança, que retribuo com muita gratidão.

O casal de autores não teria e não tem condições de pagar uma produção mesmo que fosse fina (o que não é o caso – esta obra possui mais de 348 páginas). Quando lanço um livro já tenho outros esperando na fila. Escrever é fácil, fazer um livro é difícil e comercializar (distribuir e vender) quase impossível. Não sei de onde tirar os recursos, mas prossigo escrevendo, seguindo os ímpetos de meu coração. Não sou um homem de “fé”, mas a partir do lançamento desta obra eu acredito em “milagres”!

Este livro demorou mais de dois anos a ser materializado. Possuía 1.000 páginas que subdividi em 3 partes e esta é a primeira. É uma pena que o mercado da pirataria de livros digitais esteja tão em moda. Não prejudique o trabalho dos bons espíritos. Colabore, não tire cópias, não use livros digitais ilegais.

15. Nunca tive tantas provas, confirmações, convicção, certeza íntima, vivência pessoal sobre o apoio, amparo, proteção, intuição e inspiração de Ramatís em meus / nossos trabalhos (livros, CDs e trabalhos espirituais). Isso é endossado e corroborado por outros sensitivos competentes de linhas diversas da roda de meus relacionamentos.

No dharma, no trabalho e na coragem,
– Dalton Campos Roque - Curitiba, PR, 8 de junho de 2006.

16. Aviso de Ramatís – principal mentor espiritual da coleção .

Este livro não tem nada de científico. Contém amor, que não é científico, fraternidade que não é científica, e também espiritualidade, que não é científica.

Científico aqui, somente nossas pretensões de mente e coração abertos, sem arrogância, superioridade ou fundamentalismo. Esta não é uma coleção para céticos, pragmáticos, ateus ou materialistas de diversas ordens, rótulos e graus. É uma obra metafísica que não pode ser comprovada nas lides dos laboratórios que se restringem e se limitam aos métodos newtoniano-cartesianos, mas pode ser sentida, percebida e captada pelos corações sensíveis e pelas mentes que vibram em sintonias elevadas.

Que nos desculpem os céticos e afins, não desejamos provar nada para ninguém. Não escrevemos para os que duvidam, nem para os que acreditam, mas para os que sentem a lucidez consciencial expandida de seus corações sedentos de mais Luz.

Paz, Amor e Luz,
Ramatís 06/01/2007 – Curitiba

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